Um medo inesperado para fabricar coragem
Tuesday, August 11, 2020.

O momento que atravessamos trouxe uma espécie de medo até aqui desconhecido. O medo de abraçar, o medo de beijar, o medo de tocar, o medo de perder o emprego, o medo de perder a casa mas o principal medo é o de respirar.

Ouvir alguém tossir ou espirrar surge quase como uma sentença de morte ou contágio.

Um acto tão natural, tão animal como inspirar e expirar tornou-se um dos grandes medos estampado nos rostos, muitos deles cobertos por máscaras, plásticos e tecidos.

Olhar para alguém na rua torna-se quase um susto. Ouvir alguém tossir ou espirrar surge quase como uma sentença de morte ou contágio.

Viajar num transporte público assemelha-se a atravessar um campo de tiro em teatro de guerra. Aquilo que até aqui era tão natural torna-se agora quase desumano.

Urge agarrar em todo esse medo e fazer dele coragem preparando o tempo que vem a seguir.

As previsões sobre a economia mundial parecem catastróficas. Empresas que irão fechar, empregos que serão perdidos, famílias que vão ficar incompletas por força desse vírus.

Afro Português Restaurante em Barking

Uma coisa podemos ter a certeza. Esta crise vai passar e importa cada um saber como proceder depois que este momento passar.

No tempo de isolamento, importa perceber o que podemos fazer a seguir porque nestas situações de crise profunda, existem também oportunidades.

Que todos os medos juntos se façam coragem. Faça coisas que o façam sorrir. Pense em assuntos que lhe deiam ânimo e assim ajudará a manter os seus níveis de imunidade mais activos.

PN/Londres

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