Seguros no Reino Unido para todos os momentos
Sunday, November 18, 2018.

“O seguro morreu de velho”, é também ela, uma velha expressão portuguesa para definir a importância dos seguros na vida das pessoas.
Na saúde, em casa, na família, nos bens e nas empresas e sobretudo na vida, a existência de um seguro é o passaporte para a tranquilidade de sabermos que em caso de sinistro (doença ou acidente), a paz pessoal e familiar estão garantidas.
“Perdi tudo” – diz um empresário português que viu o seu restaurante arder no centro de Londres em Maio de 2018 e cuja apólice tinha vencido apenas três semanas antes sem que tivesse sido renovada. De resto e pela voz da experiência de muitos segurados, o seguro é um bem que não precisamos usar quando o temos e nos arrependemos de não ter quando precisamos.
Enquanto imigrantes, todos conhecemos histórias de angariação de dinheiro para a transladação do corpo de um amigo falecido e cuja família não tem condições de o repatriar. Enquanto comunidade, a maioria de nós, conhece situações de acidente ou doença que deixa um lastro de ordens de despejo para quem não pode pagar a renda, muitas vezes a alimentação e geralmente os tratamentos e a medicação. Infelizmente, são muitas as histórias que conhecemos e felizmente, são muitas também as histórias de quando a Comunidade responde pela positiva. Veja-se o caso de um translado para o Brasil. Mas, será isto necessário?
Um seguro, é sempre uma aposta. Você aposta com a Companhia de Seguros de que o sinistro para o qual está a comprar a cobertura não vai acontecer pelo período determinado. Se a Seguradora perder a aposta, tem a pagar.
Andy Gardiner, Director Regional da Precise Protect Limited, recorda dois casos para ilustrar exemplos da sua actividade. O seguro, é, tendencialmente um bem que temos e de que não precisamos usar. Só quando não
temos esse seguro, aparece a oportunidade do sinistro.
“Eu tinha um cliente que tinha um seguro mas que não cobria as suas necessidades. Foi-lhe recomendado proceder a alterações na apólice o que ele veio a fazer. Dez meses depois, recebi um telefonema deste cliente. A esposa tinha sido diagnosticada com um espécime de câncer violento e graças às alterações na apólice a esposa teve oportunidade de ser tratada no melhor hospital de Londres e salvar a sua vida. Foi dos mais emocionantes telefonemas que recebi em toda a minha vida” – diz o nosso entrevistado.
Pouco tempo atrás, recebemos no Palop News um apelo de um português que após ter saído do hospital recebeu uma ordem de despejo. O atraso nas rendas e a ausência de salário, levaram este português a uma situação caótica ao ponto de termos promovido em parceria uma compra de supermercado para a primeira emergência. “Nada disso teria acontecido com uma das mais baratas soluções na nossa carteira de apólices” – diz Alex Arruda.
“Uma família com três filhos que tinha cobertura insuficiente foi aconselhada a modificar as cláusulas da apólice para prevenir o conforto financeiro da família. Naquele momento, o casal recusou. Seis meses depois, o marido morreu num acidente de moto e mais tarde veio a falecer a esposa. As crianças ficaram sem a garantia de um futuro mais confortável. Se tivessem seguido a opinião que lhes ofereci as crianças teriam recebido mais de meio milhão de libras” – diz Gardiner.
“Na Precise Protect Limited nós temos a vantagem de falar Português através do nosso mediador Alex Arruda” – diz Andy Gardiner, responsável regional da empresa que acumula mais duas décadas de experiência na actividade
“Temos a obrigação de apresentar os diferentes seguros mas também a obrigação ética e moral de recomendar ao cliente as melhores soluções. No total, estes dois mediadores que tivemos oportunidade de entrevistar, somam 38 anos de experiência e de conhecimento.
No catálogo a que tivemos acesso, por apenas £9.90 por mês, o segurado tem uma cobertura no valor de £500.00 mensalmente como complemento a que acresce uma cobertura de mais 500 libras em caso de fratura óssea e cinco mil libras em caso de morte acidental. Para prémios e rendimentos mais elevados e mensalidades mais altas, a seguradora oferece ainda uma cobertura em caso de
doença até 60% da massa salarial do segurado conforme definido pela Lei no Reino Unido.
Nos casos de doença, prolongada ou não, a cobertura que a Segurança Social oferece vem acompanhada de um caudal de burocracias que demoram geralmente bastante tempo a vencer e o valor médio que o cidadão recebe anda em torno de noventa livras por semana, absolutamente insuficiente para assegurar o sustento de uma pessoa. No caso das companhias de seguros, esse drama não existe e tudo se torna mais rápido permitindo que a paz e a tranquilidade não sejam afectadas.
Já nos seguros do ramo Vida, é regra que o valor da apólice se torna um pouco mais elevado devido aos riscos de morte. Boas razões para deixar de fumar não apenas para reduzir o valor da apólice mas porque esta pode ser paga apenas com o valor de um maço de cigarros por mês. Afinal, se você é fumador, quantos maços fuma no mesmo período de tempo? Para além de tudo, deixando de fumar reduz as possibilidades de precisar do seguro. Se quer continuar a fumar, então faça mesmo um seguro. Os riscos de precisar desta solução são maiores.
Quanto a valores, descobrimos uma tabela interessante e sendo que se trata de uma pesquisa de investigação de um jornal, fomos à descoberta das melhores soluções.
Informação a atender, é que o valor do prémio do seguro varia de acordo com a idade, histórico de saúde, hábitos de vida e até mesmo a área geográfica onde vive razão pela qual, os valores em Londres são mais elevados. Por isso comprar uma apólice, exige o apoio de um especialista e tal como um médico, advogado ou até cabeleireiro, é importante estabelecer uma relação de confiança com o mediador de seguros. Se este falar português, tanto melhor para se poder facilitar o entendimento do seguro que está a comprar e quais as reais coberturas incluídas. Cumpre sempre ao mediador negociar com a seguradora as melhores coberturas e as melhores condições para o seu cliente.
Para quem não fala a Língua inglesa, as dificuldades em entender e negociar uma carteira de seguros aumenta por e isso, é fundamental encontrar quem fala a mesma Língua e a Precise Protect Limited oferece esse atendimento através de Alex Arruda, um profissional com provas dadas na Comunidade de Língua Portuguesa no Reino Unido na actividade seguradora.
“Prever o tipo de sinistros possíveis, as necessidades previsíveis e as coberturas certas, é trabalho para especialistas. Não arrisque comprar pela internet sem ler todos os termos e condições ou então contacte um mediador em que possa confiar” – diz Alex Arruda.
Lembre-se: “O seguro morreu de velho”
Para mais informações: Alex Arruda – 07795513976
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