Alcino Francisco apresenta livro em Londres
Wednesday, October 23, 2019.

O jornalista e editor do jornal Palop News apresenta o seu livro “Cozido no tempo” publicado pela editora Oxalá da Alemanha.

Ao longo deste livro que demorou quinze anos a ser compilado, o autor descreve num registo de escritas absolutamente originais um conjunto de histórias reais que passou ao longo da vida. Ocultando nomes e locais, apenas o autor sabe a quem se dirige e onde cada história aconteceu.

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“Nem as próprias pessoas que inspiraram os textos sabem quem são. Haverá em alguns textos pequenos detalhes que identificam as pessoas e os locais mas dificilmente as pessoas que inspiraram cada texto poderão encontrar vestígios da sua identficação ou do local” – diz Alcino Gomes Francisco.

O livro pode ser encomendado na livraria da editora para toda a Europa ou através do jornal Palop News (redacao@palopnews.com) ou através de mensagem privada na página do autor na rede do Facebook.

António Justo, jornalista e crítico literário, escreveu sobre o livro «”Cozido-no-tempo” é a descrição de uma existência que não se contenta com o calor do tempo que o cozeu e cozinha.

Através da escrita chega onde, doutro modo, não se pode chegar, consciente embora de que o desejo que o devora, a mulher lembrada e o seu eu, transcendem a palavra que teima em perdê-los no contexto de um texto que se revela como destino.»

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“Foram compilados alguns textos de um lote de muitos que são aqueles que continuam vivos na minha memória de mim até o livro entrar na gráfica” – diz o autor que se encontra a escrever um outro livro sobre as suas memórias como jornalista no Reino Unido e cujo lançamento está previsto para depois do Verão.

o jornalista António Justo adianta na sua crítica: « “Cozido-no-tempo” é a descrição de uma existência que não se contenta com o calor do tempo que o cozeu e cozinha.

Através da escrita chega onde, doutro modo, não se pode chegar, consciente embora de que o desejo que o devora, a mulher lembrada e o seu eu, transcendem a palavra que teima em perdê-los no contexto de um texto que se revela como destino.»

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Nancy Germano Shwarz, a socióloga candidata a Presidente da República da Guiné-Bissau afirma sobre o livro: “Neste livro o autor consegue expressar com grande profundidade um conjunto de estádios sentimentais que levam o leitor a voltar para dentro de si mesmo, relembrando as memórias de vivencia a dois. O “Cozido no Tempo” convida a absorver o admirável mundo dos pensamentos e das emoções.”

Outras pessoas que tiveram acesso ao livro antes da sua publicação, descrevem diferentes formas de ler o livro deixando campo aberto para que esta obra seja diferente para cada leitor.

“Um livro que nos prende e que em cada texto, tem a magia de nos fazer criar um filme que continuamos a ver se fecharmos os olhos… Fico à espera do próximo. Esta frase consegue resumir muito do que senti ao ler o livro. Tal como quando vemos um filme, o livro teve a capacidade de mexer com as minhas emoções – sorri, chorei e senti o coração apertado pelas palavras lidas.

Senti saudades e dor do que não vivi e desejei ser a heroína de alguns textos.

Um livro difícil de esquecer! – disse Donzília Queiróz.

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Já Bécas Ferreira, depois da leitura e conhecendo o autor de forma próxima, afirmou:

“Este não é um livro qualquer, não é uma escrita qualquer… É um livro que não nos prende, simplesmente domina a nossa alma, cada palavra é uma batida cardíaca que transmite emoção em todos os poros. Trata-se de uma emocionante escrita com uma escrita emocionante!

Não é possível escapar à mensagem do autor, os olhos devoram cada letra escrita e a boca saboreia no paladar cada palavra, enquanto isso a nossa mente absorve cada frase.”

Das pessoas que tiveram a oportunidade de ler o livro antes de ser publicado, Fátima Araújo revela. “Fiquei encantada com a escrita. É, de fato, única. Merece uma oportunidade de vida, para ser lida e apreciada e até, quem sabe, estudada porque há muita imaginação para inventar sobre as causas das estórias a quem se dedica. Porque todos os textos têm um destinatário que só o autor sabe qual é, e por isso mesmo tornar-se-á muito mais rica a sua leitura, que poderá nos transportar para vários lugares e destinatários.”

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O jornalista António Justo refere ainda: “Alcino, procura o alter-ego entre o verbo e o complemento, na esperança de, na qualidade de substantivo próprio, não ser fixado num lugar qualquer da sintaxe.”

No prefácio, David Catarino amigo do autor escreve: “Creio sinceramente que este livro é uma dádiva que alguém verdadeiro que teve a coragem de colocar em papel de forma genial as suas dores, angústias, paixões, as suas vivências.”

O livro pode ser encomendado directamente na Editora Oxalá para toda a Europa ou através da página do facebook do autor Alcino Gomes Francisco.

A apresentação do livro com sessão de autógrafos em Londres será em Maio no dia 11 na Monteiro Clinic  de Oval pelas 4 horas e 30 minutos e na mesma clínica em Harllesden no dia 18 de Maio à mesma hora e em Portugal no dia 21 de Junho no Porto.

PN/Londres

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