Feios, porcos e maus
Saturday, July 21, 2018.

Muito se tem dito e escrito sobre o Centro Comunitário Português que resulta de um donativo de meio milhão de libras que o Council de Lambeth atribuiu inicialmente à comunidade portuguesa e que se veio a converter num Centro de Apoio à Comunidade Lusófona.
Muitos cidadãos têm vindo a falar e a escrever sobre a dinâmica deste projecto, a maioria demonstrando uma perfeita ignorância sobre aquilo que dizem e que escrevem. Na boa moda portuguesa, “crucifixa-se quem não faz nada e já agora que estamos com a mão na corda, enforca-se quem se lembra de fazer qualquer coisa, seja lá o que fôr e como fôr.
Na prática, fazer alguma coisa ou estar quieto vale exactamente a mesma coisa para as mentes doentias que mais não pensam no seu próprio umbigo, alimentando a inveja que sentem sózinhos e sempre a pensar que também na imigração, a antiguidade é um posto.
De tal forma, que muitos não sabem falar mas atrevem-se a escrever sobre o que não sabem querendo vender a sua própria ignorância ignorando que mais não são do que simples marionetes de interesses maiores que se escondem nas tricas da política e usam e abusam da ignorância de alguns que pensam assim alcançar o palco das vaidades. Muitos, esperam apenas uma camisa de forças para que sejam internados onde ninguém os possa ver ou ouvir porque além de ignorantes, são feios por dentro e por fora.
Com o tempo e à medida que se vão conhecendo os meandros, vamos paulatinamente (não à paulada) destapando pontas de um lençol que encobre efectivamente muitos detalhes que a justiça inglesa,. tarde ou cedo vai acabar por descobrir. Estarei aqui para abrigar a vergonha da mesma forma que abrigo a vaidade quando falam bem de nós, os que falamos português e temos a tal gastronomia e sol que os ingleses tanta apreciam e admiram. Em todos os 8 países.
Muitos dos oradores e escribas que abundam na comunidade lusa têm “o rabo trilhado”, seja por histórias mal contadas, seja pelo abuso dos “benefits” que os ingleses teimam em manter para desgraça de quem precisa e empobrecimento da nação inglesa. Não se pense porém que os ingleses são “tapados” ou que o cântaro possa ir sempre à fonte sem que um dia parta uma asa.
O centro Comunitário Português ou o agora Centro de Apoio à Comunidade Lusófona, teve no seu “embrião” pessoas que pensaram utilizar o meio milhão de libras a bel prazer esquecendo que os ingleses estavam atentos. Afinal, trata-se da mais antiga democracia do mundo que aprendeu a gastar quando tem e está a aprender a encolher a “vaca gorda” quando o cinto dá aperto.
Outros, pensaram simplesmente que após a aprovação do meio milhão de libras, bastaria agora começar a investir e a gastar sem que isso tivesse que ter um cunho oficial sustentado por um projecto e por uma aprovação. Pior, esqueceram que isso é uma coisa que leva tempo e pior ainda, não sabem fazer contas porque até já partem do princípio que os juros antecipadamente recebidos são deduzidos do capital. Pura ignorância de pessoas que para morrerem envenenadas nada mais precisam do que morder a própria língua.
Muitos, continuam a labuta da chafordice a prejudicar a comunidade a que pertencem prejudicando quem tira do seu tempo para fazer qualquer coisa de útil que não seja falar mal de outros compatriotas.
Ao cabo e ao resto, resta a coragem de quem tem a capacidade de fazer alguma coisa, ser insultado e mesmo assim continuar porque “vozes de burro, não chegam aos céus”.

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