A agenda seguinte
Saturday, July 4, 2020.

A gestão da quarentena é um assunto que as autoridades podem estar a gerir da forma certa pelo lado errado? O que aconteceria se logo no início da quarentena as autoridades dissessem a verdade que eventualmente possam saber? Que verdade é essa?

Tempo de covina

Diversos especialistas afirmam que o período de quarentena para erradicar a propagação do SARS é de doze semanas. Em termos médios, estamos a falar de três meses de confinamento.

Serviços Legais e Para-legais em Portugal e Reino Unido

Ora, se as autoridades viessem no imediato a informar que a população deveria estar confinada em casa por três meses, a reacção popular poderia ter sido catastrófica. O que dizer se um governante viesse a público falar de três meses de confinamento? Qual seria a reação das empresas e das pessoas de uma forma geral?

Neste momento estamos com mais de trinta dias de confinamento mas ainda não está completo o primeiro ciclo. Os resultados deste confinamento começam já a ter reflexos. O aumento da violência doméstica e dos índices de criminalidade nas ruas são o primeiro sintoma do estado psicológico a que algumas pessoas começam a chegar. Preocupantes são os casos em que esta situação de violência doméstica acontecem pela primeira vez abrindo um precedente com tendência à repetição no futuro. Um valor que nunca será possível mensurar.

Em Londres, a polícia torna-se mais visível e as forças militares estão já a receber instruções para o estado de alerta. No entretanto, o pessoal médico hospitalar no Reino unido fica proibido de falar à imprensa e o boicote nas redes sociais começa a tornar-se mais visível. Como nunca antes tinha acontecido.

A estratégia dos diversos governos tem passado por anunciar as primeiras duas semanas de quarentena para depois estender por mais uma semana e depois mais uma e depois mais duas e depois…., logo se verá. Se é verdade que ninguém sabe quando esta pandemia vai acabar, atrevo-me a pensar que logo no início os especialistas e poder político, sabiam que o período de recolhimento seria de doze semanas (cerca de três meses) mas não o informaram no imediato sob risco de descontrolo das populações. Ninguém estaria no início preparado para ficar em isolamento por um tão longo período de tempo. Nem agora o que pode fazer descambar o comportamento público.

Especialistas em dívidas e finanças

Os especialistas

São diversos os investigadores credenciados que abundam na internet com diferentes teorias sobre o mesmo fenómeno. O público tendencialmente ignorante sobre a leitura estatística e histórica das pandemias anteriores, atende como verdadeira que esta pandemia não pode ser relacionada com factos anteriores por falta de histórico deste covid 19 cujo nome técnico se desmultiplica por SARS e outros que tais que escapam à capacidade de leitura da maioria da população.

Foram de resto os especialistas que levaram Boris Johnson, Primeiro-ministro do Reino Unido a mudar de estratégia enquanto as redes sociais intoxicam a opinião pública que se desdobram em partilhas multiplicadas por apoios e insultos.

Nunca as pessoas estiveram tão agressivas nas redes sociais e esta será outro sintoma a considerar como efeito desta pandemia.

Vejamos porém as várias medidas que têm vindo a ser discutidas e para onde apontam essas razões.

A reabertura das escolas é discutida com datas várias mas no fim da fila das soluções, aparece aquela que será a mais viável. A passagem de ano será feita por via administrativa ao estilo britânico. A preocupação é a questão do acesso às universidades que pode ficar “infectada” de algumas injustiças e mesmo irregularidades quando consideramos os restantes países europeus que têm diferentes fórmulas de acesso ao ensino.

As aulas passaram a ser dadas à distância de forma digital e torna-se provável que no futuro o processo possa ser adoptado o que levará a alterações na arquitectura das cidades e mesmo das pequenas vilas ou aldeias que pode ver reduzido o número de alunos que se desloca para a escola. Caso se venha a verificar essa alteração o que não estará de todo descartado.

Em Londres onde é habitual haver muitas sirenes de viaturas policiais e hospitalares, assiste-se a um incremento deste ruído. Carros da polícia descaracterizados fazem stop a viaturas com mais que duas pessoas mesmo que a viatura da polícia tenha três elementos e nenhum deles com protecção individual. Em alguns casos assiste-se mesmo a uma colaboração entre polícia e ambulâncias estacionados em ponto chave a fornecer informação à população sem que nenhum esteja protegido. Difícil que a população aceite instruções das autoridades para o uso de protecção quando as próprias autoridades estão desprotegidas. Enquanto isso, algumas estações de metro registam um volume anormal de agentes da polícia que questionam os transeuntes na tentativa de identificar quem é “key work” (trabalhador chave).

Em todo o caso, a presença da polícia está mais activa e pelo que parece pronta a aparecer mais musculada. A população londrina não entendeu ainda a dimensão do que está a acontecer apesar do elevado número de infectados e óbitos no Reino Unido com particular incidência em Londres.

Os parques continuam a estar com excesso de pessoas e a presença policial é nestes casos mais escassa. Isto no que a Londres diz respeito e medido de uma forma absolutamente empírica.

As viaturas policiais de protecção diplomática (viaturas de cor vermelha) intensificam a sua exposição enquanto Portugal cria um programa para reforço das forças militares com novos recrutamentos sem que isso tenha sido noticiado pela imprensa de forma aberta. Culpa dos jornalistas que têm o foco vocacionado para a venda de publicidade ou da classe política que não pretende criar alarmes mesmo que já estejam criados?

No Reino Unido talvez não fosse má ideia accionar de novo as sirenes usadas na ll Guerra Mundial que quando tocavam as pessoas recolhiam em massa aos abrigos para se protegerem da aviação alemã. Em alguns lugares do Mundo foram criados horários de acordo com a numeração da identificação para autorizar as pessoas a sairem de casa. No Reino Unido pode ser difícil por não existir documento de identificação e ao mesmo tempo este sistema impedir que as famílias possam estar fora de casa ao mesmo tempo por terem diferente numeração. Outros países, pensam controlar esse movimento através do telemovel celular.

Com a chegada da Primavera, os dias passaram a ficar mais longos, o tempo mais quente e por consequência mais pessoas na rua de forma compreensível já que o exercício de ficar fechado em dias de chuva pode ser mais fácil mas evitar o Sol num país onde este é escasso, pode tornar-se um exercício mais difícil.

Ao mesmo tempo, a informação não confirmada mas generalizada de que com o tempo mais quente o SARS tem menos capacidade de propagação, leva as pessoas a facilitar o confinamento. E se for um erro? África será talvez o último continente a mostrar os efeitos desta pandemia e mesmo assim de forma contida devido ao facto de não haver o mesmo controlo clínico que temos na Europa, Ásia e EUA. É em África e em algumas ilhas ocidentais e africanas que estão registados o valores mais baixos de testes efectuados à população e será também no continente africano que encontramos o mais deficitário sistema de saúde do Mundo.

Ninguém sabe ainda qual o comportamento que este vírus tem em diferentes estações do ano já que, ele mesmo ainda não atravessou mais que uma estação. Como saber qual o seu comportamento num período de tempo mais quente? E se o efeito for ao contrário e o vírus tiver maior capacidade de propagação com uma temperatura mais amena que ainda não experimentou? E se este vírus que já mostrou uma grande capacidade de mutação, aprender também ele o caminho para se mutar para um clima mais ameno? Não podemos esquecer que não estamos a falar de um ser vivo mas sim de um mecanismo que usa os seres vivos para se instalar, multiplicar e infectar.

Como podemos pensar a vida com esta presença?

Os assintomáticos são entretanto a preocupação que começa a nascer. Gente saudável e sem qualquer sintoma que continua a infectar quem com eles se cruza. Terrível pensar que existem pessoas que não sentem os sintomas, não sucumbem ao vírus mas que mesmo assim estão infectados. Alguns estudos referem que quatro em cada cinco infectados serão assintomáticos e por esta via estarão a infectar outras duas pessoas; não sabemos ainda quantas vezes por dia. Enquanto isto, não existem testes e os que existem são de duvidosa fiabilidade ao mesmo tempo que não existem garantias que os recuperados estejam isentos de recaída. Chega mesmo a ser duvidoso que a ciência possa garantir que os recuperados possam estar efectivamente recuperados apenas porque os dois últimos testes deram negativo. No regresso à vida normal, estarão em condições de continuar a infectar ou poderão voltar a estar infectados?

Tudo perguntas para as quais ninguém tem uma resposta.

Na agenda seguinte está a previsão de que antes do próximo Inverno haver uma segunda vaga embora não haja qualquer garantia de que isso possa acontecer. Não existe também nenhuma garantia de que não possa acontecer.

Regresso à actividade

Em alguns países, esboça-se já um lento regresso à normalidade por se analisar uma queda da curva de crescimento quer de infectados quer de óbitos. Este processo de regresso à normalidade é feito com algumas cautelas. Salões de cabeleireiro, por exemplo, podem passar a poder abrir a porta a um cliente de cada vez. O mesmo se aplica aos estabelecimentos de beleza ou mesmo consultórios de clínica dentária. Os restaurantes até aqui fechados (abertos apenas para serviço de take away), poderão passar a ser autorizados a receber uma parcela da sua taxa de ocupação. Estes são apenas alguns exemplos do que se está a prever que possa acontecer.

Esta atitude porém, pode levar ao relaxamento da população e fazer saltar as estatísticas de novo e daí nascer a chamada segunda vaga.

População nervosa

O tempo de confinamento se demasiado extenso, pode levar as pessoas a um estado de espírito com algum nervosismo. Principalmente quando o clima se apresenta com as cores e temperaturas de Primavera e quando se torna mais difícil ficar em casa que é o principal discurso das autoridades sanitárias e governativas. Depois a corrente informação de vários especialistas que referem que o confinamento pode não ser a solução o que pode levar as autoridades a exercer uma atitude mais musculada caso a população não respeite o aconselhamento que pode ser transformada em legislação contempladas para casos de emergência.

Este estado de ansiedade que como já é notório desenvolveu os índices da violência doméstica, pode alastrar para fora das paredes de casa e o estado de nervosismo das pessoas pode passar para o plano social. Pior, pode mesmo passar para o relacionamento entre a população e as forças policiais o que levaria a um extremar de posição por parte destas e desta forma entrar numa espiral que venha a chamar os serviços militares que já se encontram a postos.

Terá sido provavelmente para evitar esta situação de nervosismo extremo (para lá das razões da economia) que as autoridades decidiram criar a quarentena de forma faseada e mesmo que fosse cientificamente provável que a quarentena se pudesse estender por doze semanas, o discurso foi sempre no sentido de fasear o período de quarentena conforme referido no início desta crónica.

Diferentes nações assumem diferentes comportamentos e alguns deles de forma difícil de entender como é o caso do Estados Unidos da América e do Brasil em contraponto com a Bulgária, a Suécia e a Austria. Outros mudam as suas posições como é o caso do Reino Unido depois de ver o Primeiro-Ministro internado nos cuidados intensivos. Caricata a forma como Boris Johnson falava do assunto e a forma como começou a falar depois de ter estado internado (talvez até um pouco antes) e depois de ver os números do Reino Unido atingir valores nunca antes sonhados. O mesmo aconteceu com Jair Bolsonaro presidente do Brasil ou Donald Trump do EUA.

Censura nas redes sociais

Esta será outra “escola” que está a acontecer e que nunca saberemos onde terá o seu ponto de retorno.

Igreja Evangélica Sul Londres

Redes sociais como o Facebook, Youtube ou Instagram, aprenderam uma nova força de filtragem que pode agora servir ao “cliente que melhor pague”.

Com todas as dúvidas que se instalaram no Mundo sobre a Organização Mundial da Saúde, torna-se agora difícil estabelecer um paralelo entre aquilo que as redes sociais aprovam ou não ao abrigo desta Organização ou outros critérios eventualmente guiados por razões comerciais. Por outras palavras, se as redes sociais seguem as normativas da OMS e esta segue tendências duvidosas, podemos sempre pensar que a verdade está em bloqueio e os gigantes mundiais das redes de comunicação podem estar aprisionadas pelo valor do dinheiro que a China mostra ter disponível.

Controlo de movimentos

Para lá do controlo exercido pelas forças da ordem, polícia e exército (este último para já ainda não mas estando a postos), acontece a suspeita do controlo pela forma digital.

Hoje sabemos que é possível saber através do telemóvel celular (olhem bem para o nome do aparelho) onde estivemos, quanto tempo e até com quem estivemos. Basta (como simpaticamente dizem) rastrear.

Embora a ciência tecnológica e a ciência da saúde pareçam estar afastadas neste caso, a verdade é que sempre andaram juntas. Seria de todo inconsequente relacionar a rede 5G com a questão da pandemia mas não será de todo irracional pensar que a feliz coincidência veio fazer as duas questões caminharem juntas e muita da informação que até aqui ninguém procurava passe hoje a ser publicamente discutida como é caso da nota de 20 libras posta a circular em Fevereiro com o símbolo do covid para um público que não acredita em coincidências.

Segunda vaga

A grande incógnita passa por identificar uma segunda vaga e há diversos cenários possíveis.

Um deles refere que alguns países podem já estar na segunda vaga sem que no entanto se defina a fronteira que as separa.

Outra das teorias em discussão prende-se com a possibilidade de uma segunda vaga depois de se afunilar a primeira para valores considerados seguros.

Por último, a teoria que defende que o SARS tem uma maior capacidade de dispersão com um clima mais frio e que no Outono se possa verificar um retorno ao mesmo nível de Março/Abril. Esta teoria não explica porém os valores africanos, continente onde a principal escassez é de detalhes científicos. Morrer de covid 19 em África pode sigenificar (na boa moda portuguesa) morrer de “morte matada” ou seja, sem explicação estatística.

Especialistas porém não dão como provável que o clima possa ser um argumento dado o alastramento da contaminação em nações com diferentes climas que vão da Rússia a países africanos ou a relação entre o Brasil e o Canadá com passagem obrigatória pelo estado americano de New York.

Alimentação sem Glúten 100%

Descartada a questão do clima, restam as alternativas de identificação de uma segunda vaga poder acontecer com o chamado regresso à normalidade.

O perigo desse regresso à normalidade vem fundamentalmente dos assintomáticos que só se podem identificar através de testes de capacidade duvidosa.

As possibilidades de contágio de forma continuada deixam pouca margem para cálculos e previsões que declaradamente ninguém se atreve a formular. No seguimento deste raciocínio, outra preocupação nasce e esta bem assente nas necessidades da humanidade.

Produção alimentar. Escassez de alimentos

Dificilmente as economias podem assegurar o fornecimento alimentar à população sem uma cadeia de produção regular. Pesca e agricultura têm uma rotina que não se compadece com necessidades urgentes. A reprodução piscícola ou o crescimento das sementeiras desconhece a calendarização de crises e sintomatologias sociais.

Sem recurso a sistemas de financiamento e sem logística de escoamento da produção, os sectores afectos ao produto alimentar acusam uma saturação que pode levar ao colapso. Em algumas cadeias de distribuição, estão já condicionadas as quantidades de unidades a comprar por produto e por pessoa, indicador que a cadeia de fornecimento acusa já algum desconforto.

Esta última fase em resultado da pandemia e do confinamento tendo por seu turno a fazer subir os índices do aumento da violência doméstica e nas ruas que por sua vez levará a um aumento da força policial em ambas as situações que tende também a arrastar o uso das tecnologias desejosas de mostrar o seu desempenho ao serviço das forças militares.

Com o aumento generalizado da violência promovida por estados de fome e o aumento do uso da força para conter a violência, encontramos a espiral que vários governos se preparam para enfrentar.

No caso da Hungria, o Primeiro-ministro serviu-se já da sua maioria parlamentar para governar por decreto e esta pode bem ser uma tendência a ser seguida por outros países. O mesmo acontece já na China ou na Rússia onde os todo-poderosos líderes controlam remotamente as populações.

O temível colapso da União Europeia abre em 27 países as portas para a insurreição popular e o continente pode assim fragilizar as suas opções face a potências como os G7.

África será sempre o Continente rico mais pobre de toda esta manobra política continuando a padecer das suas dependências de países mais evoluídos que quando dão com uma mão, tiram com as duas.

O cenário de perda de independência nacional por razões de ordem financeira, aparece como escape de sobrevivência dando aso a novas versões de escravatura e tráfico humano.

Sociedades secretas planeiam a liderança e nunca foi tão fácil tão poucos estarem de acordo e ao mesmo tempo de braço dado com a liderança tecnológica.

Os negócios

Quem quer vender baixa o preço, quem tem dinheiro para comprar adia os negócios. O Programa Horizon da UE que pretendia entregar o financiamento directamente às pessoas e empresas, foi “desviado” pela maioria dos países para orientação governamental. Na prática, a UE fica obrigada a passar o financiamento pela clientela política e embora isto não tenha nada que ver com o corona, é sintomático que esta questão venha acompanhada na informação de que os EUA tenham perdido a liderança mundial para a China e que esta tenha ganho a guerra (que ainda não acabou) sem um único disparo.

Café Restaurante (SE27)

Os investidores aguardam pelo resultado final sem data e o dinheiro fica parado enquanto o petróleo descobre que sem consumo não adianta ter preço. Ninguém compra o que não precisa mesmo que haja muita gente a comprar desnecessidades mas como atestar um depósito cheio?

Empresas, imobiliários e mesmo muitos mobiliários possam continuar a facturar mas sem expressão. Nestas épocas só um negócio permanece em crescimento sem que disso faça notícia e por essa razão ninguém vê informação sobre o assunto e esse assunto…, chama-se arte.

A notícia é quase sempre o que enão está escrito e os negócios sobre arte não fazem parte de qualquer notícia o que é revelador da sua continuidade e até crescimento. Os fundamentos deste pensamento podem ser encontrados em qualquer ponto da história dos últimos dois séculos.

Por todos estes detalhes que podem fácilmente ser confirmados pelo Google ou outros motores de busca que sustentam o que vou escrevendo ao longo de vários dias, atrevo-me a pensar que os tempos pós covide vão ser pouco simpáticos por um longo tempo para a generalidade da população.

Efeitos secundários

Um dos efeitos secundários e que parece já estar a alastrar na Hungria com especial chamada de atenção por parte de Bruxelas, é a supressão de direitos civis e o controlo das populações verdadeiro maná comercial para os gigantes mundiais das redes sociais.

Para lá das consequências já referidas nos casos de violência doméstica, em Portugal o Presidente da República assinou já um novo recrutamento militar para as forças armadas. Se e quando acontecer a escassez alimentar prevista, a violência vem também para as ruas. O desemprego em massa a que já estamos a assistir levará muitas pessoas a estados de desespero principal porta de acesso para o suicídio e também para o homicídio. Estes serão óbitos que não serão contabilizados como estando infectados pelo covid 19 mas que certamente estarão relacionados como danos colaterais e como em qualquer “guerra” não serão contabilizados na mesma estatística.

Por muito que o lamente, esta perece-me ser a agenda do dia seguinte. Com o evoluir da situação, haverá aqui concerteza argumentos que possam ser alterados. Alguns pela negativa, outros pela positiva embora eu creia que estes últimos serão os mais escassos.

Alcino Francisco

PN/Londres

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