Academia do bacalhau tocou o badalo em Londres
Sunday, October 20, 2019.

É proibido fazer negócios entre dois badalos, momento em que apenas se “badala” sobre bacalhau.
“Há regras e são para cumprir” – diz um dos dois membros que se deslocaram de Paris para jurar as insígnias que Manuel de Melo tem na presidência da associação.
A Academia do Bacalhau, nasce de um fenómeno da imigração portuguesa que criou laços em todo o Mundo. Pela “barbatana” da Academia de Bacalhau,é para todo o Mundo que a Comunidade Portuguesa de Londres acaba de chegar.
Guilherme Rosas e Miguel Linhares, são duas das referências de um movimento que é parido nos meandros da comunidade nas veias de Londres.
O movimento tem cerca de 40 anos e tem quatro fundadores identificados. Cada registo escrito sobre o início deste fenómeno, é quase uma raridade.
No início da estrutura associativa, aparece uma extensa comunidade de portugueses imigrantes em todo o Mundo. Com o tempo, a Academia do Bacalhau passou a ser uma estrutura portuguesa universal.
Em Londres, a figura central ainda está por identificar. O Carrasco, é o “cavaleiro desta confraria” que “detém mais poder que o Pesidente” – ouviu-se nos discursos finais.
A Saudade Portuguesa, espalha-se assim em Inglaterra ameaçando crescer aqui como no resto do Mundo.
Miguel Linhares, anunciou o Hotel Pestana como poiso do próximo encontro mas ainda a confirmar.
Este primeiro almoço oficial, reuniu no Mar Azul Restaurant no Sul de Londres, cerca de uma centena de pessoas. Além de Paris, esteve presente Norfolk, 200 km a Norte de Londres com a presença do cozinheiro português Carlos Inácio.
O badalo “académico”, é claro. Entre badalos, só se fala de bacalhau, ou por outras palavras, “mil e uma formas de conversar” exceto negócios, política e religião, não se tendo porém pronunciado sobre futebol.
Estão lançados em Londres todos os dados para que surja uma nova estrutura associativa, desta vez, internacional e para portugueses imigrados.
Manuel de Melo, Presidente da Academia de Londres, arrasta memórias do tempo da fundação do movimento na África do Sul e pelo Canadá. “Portugalidade e solidariedade” é o hino que este português invoca para os destinos de um fundo a criar em Londres para valer a quem mais precisa.

NOTICIAS RELACIONADAS

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *