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Agora sofrem

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- Eu não voto, dizem-me muitas das pessoas que comigo se cruzam na minha actividade pessoal ou profissional; alguns, acrescentam, “nem quero saber disso”.
Democraticamente, respeito a opinião de todas as pessoas, mesmo daquelas de quem discordo. Ninguém deve ser obrigado a votar nem impedido de o fazer. Faz parte das regras de liberdade e da democracia.
Esquecem estas pessoas, que a democracia e a saúde, estão boas quando não dói. Ao contrário, alguma coisa está errada.

São estas mesmas pessoas que após o Brexit, nos meus caminhos por Londres evidenciam todos os desesperos para quererem saber o que aconteceu. Nestes momentos, se
 

Execuções Extrajudiciais Comprometem a Segurança Pública no Rio

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Homicídios Policiais Persistem às Vésperas dos Jogos Olímpicos

(Rio de Janeiro, 7 de julho de 2016) – O estado do Rio de Janeiro prometeu avanços na segurança pública em preparação para as Olimpíadas, mas não fez o suficiente para resolver o problema das execuções extrajudicias cometidas pela policia, um obstáculo central para a um policiamento mais efetivo, disse a Human Rights Watch num relatório divulgado recentemente.

O relatório de 117 páginas, “‘O Bom Policial Tem Medo’: Os Custos da Violência Policial no Rio de Janeiro”, documenta como o uso ilegal da força letal por policiais tem contribuido para o desmantelamento dos ambiciosos esforços do estado para melhorar a segurança pública.

A polícia do Rio de Janeiro matou mais de 8.000 pessoas na última década, incluindo pelo menos
 

Sexo e futebol

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No princípio, era o verbo e o pontapé na bola. Um e outro eram um exclusivo dos homens. Ver uma mulher de maxi-saia a dar pontapés na bola, era tão estranho como ver os homens a pintar os lábios de azul ou gatos a comer bananas.
O futuro que agora é presente, trouxe um presente diferente.

Os rapazes, na sua infância, continuam a dar pontapés na bola enquanto as meninas (não raparigas por questões de sensibilidade), continuam a brincar com batons, bonecas, escovas de cabelo ou casamentos a fingir. Nunca com bolas. Até ficarem adultas, momento em que passam a perceber tudo sobre fora de jogo mal tirado, penalties, passes, cruzamentos, pontapés de bicicleta, cantos (mesmo os redondos), ou o amarelo e vermelho (encarnado) em forma de cartão.

De repente, famílias inteiras passaram a perceber de futebol mesmo que não saibam o que significa a expressão “critério do árbitro”. Burros ensinados, o público do futebol tornou-se tribal nos cânticos e nas cores no maior retrocesso que a humanidade conhece desde o tempo do canibalismo transformando o desporto na forma de fazer a guerra sem ter que disparar tiros apesar dos hooligans.

As mulheres, chegaram ao futebol sem nunca terem ido aos treinos de infância, onde os mais inábeis eram guarda-redes, os defesas eram os inúteis e só quem marcava golos era cabeça de cartaz.  Eu por mim, nasci para o futebol com dois pés esquerdos da mesma forma que nasci para a música com ouvidos só para os agudos. Um perfeito surdo aos graves que me invalidam para os “headphones” mas que me capacitam para escrita de quem me lê.

Conheço as limitações de sexo aos jogadores de futebol que nos dias anteriores aos jogos têm que acumular energias mas nada oiço sobre o mesmo assunto em relação ao futebol feminino o que torna as regras deste desporto discriminatório em relação ao sexo mesmo que não o seja em relação à raça. Já agora, o que dizer em relação ao Ramadão e fica a questão sobre saber como se alimenta um jogador de futebol que seja muçulmano? Ou será a mesma teoria de que as mulheres na fase do período menstrual podem comer e de repente, todas as mulheres muçulmanas, entram no período menstrual durante o Ramadão?
O mesmo acontece em relação à arbitragem. Nos campeonatos da FIFA ou da UEFA, nenhuma mulher é nomeada para arbitrar os jogos o que me leva a pensar porque razão há tantas mulheres a gostarem de futebol. 

Por mim, qualquer desporto que seja vocacionado (em maioria) para as mulheres como o step, aeróbica ou a ginástica localizada, não faz sentido para a sensibilidade masculina que apela ao levantamento do ferro para crescimento muscular, passaporte para o galanteio para lá das preferências sexuais de cada um.

O futebol tornou-se tribal pelos seus cânticos e cores de harmonia como no princípio da humanidade e um retrocesso aos primórdios onde só vence quem investe na arbitragem para ilusão de quem paga para ser enganado. Só quem acredita em árbitros continua a comprar um ingresso para o estádio, a ler jornais desportivos ou a sentar-se numa cadeira frente à televisão a tornar a publicidade do intervalo o bem mais precioso dos horários nobres.

Como se fosse nobre pagar a árbitros conforme testemunham os maiores escândalos da FIFA e da UEFA ou dos campeonatos nacionais para onde as mulheres passaram a ser contribuintes líquidos, seja pela compra de ingressos no estádio, pela leitura de jornais desportivos, pelo tempo dispensado na televisão ou pelo sonho de que um dos seus filhos se possa chamar Cristiano Ronaldo.
Por: Manuel Gomes

 

Insólito Portugal vs Polónia em Croydon

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Terminou com a detenção de um português o final do jogo entre Portugal e a Polónia num episódio que envolveu um grupo de portugueses nos festejos da vitória de Portugal. Curiosamente, as seis pessoas envolvidas são portuguesas e um deles foi detido pela polícia de Croydon por mais de 20 horas.
Cinco dos envolvidos são funcionários da empresa Atlantico, distribuidora de produtos portugueses.

Ivo Afonso, Director de Marketing da empresa, referiu ao jornal Palop News que é hábito os funcionários frequentarem um pub nas imediações do armazém ao final da tarde. "Somos clientes regulares daquele pub ao fim da tarde segundo a tradição inglesa e aproveitamos para conviver fora do espaço de trabalho" - revela o nosso entrevistado.

No dia do jogo de Portugal com a Polónia, cinco funcionários da Atlantico decidiram assistir ao jogo na tela do referido pub e perante a vitória de Portugal, sairam entusiasmados a festejar o feito da Seleção Nacional a caminho de casa.
"Ficamos estupefactos quando nos apercebemos que um casal tinha saído de casa, em pijama e nos começou a insultar com todo o tipo de impropérios" - revela Ivo Afonso para acrescentar - abolutamente incrédulos já que nós não estávamos parados mas sim em andamento enquanto falávamos uns com os outros sobre o jogo que tínhamos acabado de ver e com a alegria natural de uma vitória de Portugal".

O casal entretanto surgido, dirigiu-se ao grupo alegadamente de forma agressiva denunciando que o ruído produzido pelos cinco transeuntes lhe pertubou o sono. O insólito, estaria ainda para acontecer segundo nos relata Ivo Afonso. "No decurso da discusão, eis senão quando o casal começa a falar português com acentuado sotaque madeirense. 

Pasmamos perante a situação que a partir daqui aqueceu os ânimos. Um dos nossos funcionários, um jovem de 22 anos, reagiu mal aos insultos e avançou com um pontapé que teve pronta reação do antagonista tendo ambos caído e imdiatamente separados por nós. Neste entretanto, já outras pessoas estavam na rua a assitir ao desenrolar do acontecimento" - disse e acrescentou - "Acalmados os ânimos, regressamos a casa ainda incrédulos por ter sido um português a reclamar pelo facto de estarmos a festejar a vitória de Portugal. Até podia ter vindo à janela e reclamar por algum barulho mas ao contrário, saiu de casa e veio desafiar cinco homens numa atitude absolutamente provocatória" - afirmou.

As consequências deste episódio, estariam porém guardadas para o jogo de Portugal com o País de Gales. Os funcinários da Atlantico, decidiram assistir ao jogo no mesmo pub para mais uma vez assistirem a uma vitória da Seleção de Portugal. Não tiveram porém tempo para festejar a vitória.

"Assim que o jogo terminou, entraram dois polícias no pub que depois de se certificarem que estavam a falar com o nosso colega, puxaram das algemas e detiveram o Carlos tendo-o libertado mais de 20 horas depois" - revela Ivo Afonso.
Na verdade, é absolutamente estranho que alguém que vive junto de uma via rápida onde passam camiões 24 horas por dia, ruído que se acumula com o tipo de barulho normal numa cidade como Londres, tenha vindo reclamar de um barulho que estava de passagem sem permanecer num único local. O insólito porém, advém do facto de ter sido um português, que sabendo que eram igualmente portugueses os compatriotas que deram origem ao ruído, pudesse dirigir os impropérios em inglês.

Incongruente ainda o facto de um desacato que não teve qualquer tipo de consequências, pudesse terminar com a detenção do jovem funcionário da Atlantico que reagiu (embora indevidamente) a provocações desnecessárias.
"Pela nossa parte, vamos apresentar queixa contra o cidadão em causa através dos nossos advogados e vamos levar o assunto até ás ultimas consequências" - revela o Director de Marketing da Atlantico que conta com o apoio do Administrador José Cruz.

A pergunta que fica, é de que forma iria reagir este cidadão madeirense se estivesse a viver na South Lambeth Road em Stockwell onde o ruído se torna ensurdecedor e que em lugar de ser de passagem é permanente?
Se é injustificável que o jovem funcionário da empresa tenha reagido fisicamente, não deixa de ser menos verdade que não se justifica que um grupo de pessoas, em passagem, seja insultado por alguém que deveria ter a capacidade de entender que uma vitória do seu próprio país, num campeonato da Europa é motivo de alegria.

A pergunta que fica, é que tipo de atitude teria este compatriota no caso de estar a dormir no Funchal, cidade que festejou a vitória de Portugal de forma efusiva?
Ele há cada uma.
Artigo: Palop News

 

Consulado de Portugal com novo diplomata

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Carlos Gonçalves acha “surpreendente” que seja nomeado um novo cônsul geral adjunto para o Consulado de Portugal em Londres quando as necessidades se situam ao nível do atendimento que é reforçado com mais dois funcionários depois dos três que saíram este ano.

O referendo que ditou a saída de Inglaterra da União Europeia deixou a Comunidade Portuguesa à beira de um ataque de nervos o que, terá deixado o Consulado Geral de Portugal em Londres numa situação difícil já que, antes do referendo, o mesmo Consulado já não dava resposta às solicitações que tinha.
"Foi recrutado um cônsul-geral adjunto e isso deixa-nos surpreendidos porque as dificuldades são tantas no atendimento que penso que a prioridade do Ministério dos Negócios Estrangeiros em termos de recursos humanos devia ser os portugueses que aqui residem", disse Carlos Gonçalves à agência Lusa citado pelo Notícias ao Minutos para acrescentar – “Segundo o antigo secretário de Estado das Comunidades, "vir um cônsul-geral adjunto não responde à necessidade clara que a comunidade aqui neste momento sente", tendo em conta a dispensa de três trabalhadores em abril.”

O facto de o Consulado reforçar o seu Quadro com mais dois funcionários, não restitui as três dispensas efectuadas em Abril pelo que, a acrescentar o resultado do Referendo se adivinhe uma ainda maior insuficiência nos níveis de atendimento às populações.

"Esta decisão resulta de uma avaliação rigorosa que temos vindo a fazer aos postos consulares e de uma identificação de graus de prioridade e o consulado geral de Londres estava identificado como sendo prioritário", justificou José Luis carneiro, Secretário de Estado das Comunidades.

João Paulo Lopes Gil de Brito, será o novo Cônsul Adjunto que foi nomeado em 15 de Junho com decisão de fevereiro - adianta a mesma fonte.
Ainda segundo o Notícias ao Minuto, José Luis Carneiro afirmou que "Naturalmente que os acontecimentos … reforçam a nossa decisão na medida em que tem havido um afluxo cada vez mais crescente de pedidos de informação e esclarecimento e também de apoio para que os cidadãos portugueses que se encontram no Reino Unido consigam solicitar o estatuto de residente", salientou José Luís Carneiro.

Por esta ordem de ideias, o Consulado de Portugal em Londres, terá disponível o serviço de pedido do Cartão de Residente.

Rosa Ribeiro, secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores Consulares e das Missões Diplomáticas (STCDE), aceita que a “nomeação de um cônsul-geral adjunto pode ser compreensível em termos da necessidade de chefias para o posto, onde reconhece existirem lacunas”.  Porém, vincou hoje à Lusa e citada pela mesma fonte, será difícil aos outros trabalhadores do consulado "ver chegar um diplomata e aceitar que vai ter um subsídio de habitação mais elevado do que o salário que eles recebem".

Por outro lado, não estão clarificadas as funções que os dois novos trabalhadores irão desempenhar deixando o já deficitário Consulado de Portugal em Londres ainda mais deficitário do que já estava em termos de atendimento.
Artigo e fotografia: Palop News
 

Ricardo Pimentel

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Ricardo Pimentel é professor de Matemática em Cambridge e até há bem pouco tempo era, também, aluno da University of Arts of London. O PaLOP News investigou a história e fez um vídeo que dá a conhecer a mais recente exposição do artista intitulada “2U5T4NIA”, com referências ao 25 de Abril e com recursos a técnicas de Print e Décollage.
Por: Joana Soares
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Federação das Mulheres Empresárias e Empreendedoras da CPLP nasceu em Lisboa

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A Federação das Mulheres Empresárias e Empreendedoras da CPLP (FME-CPLP) nasce da necessidade de valorizar o contributo das mulheres para o desenvolvimento socioeconómico e empresarial dos seus países. Objetivo principal: gerar negócio, valorizar e afirmar a capacidade das mulheres nos vários setores da economia e dos negócios.

A Federação das Mulheres Empresárias e Empreendedoras da CPLP foi ontem formalmente apresentada, depois da
 

Contas à moda do Brexit

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Um dos detalhes que é dado como seguro, é que os imigrantes que estão em Inglaterra há menos de cinco anos, serão descriminados de uma forma que ainda não se sabe bem qual. De resto, ainda ninguém sabe nada de nada embora haja algumas discussões públicas em ebulição.

Na voz popular, mesmo que politicamente nada esteja confirmado, circula a informação de que os imigrantes que serão autorizados a permanecer, terão que estar em Inglaterra há mais de
 

Com o Brexit Londres emagrece e Frankfurt engorda

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Frankfurt é o Principal ponto de Cruzamento da EU.
O centro financeiro de Londres emagrece e o de Frankfurt engorda. Segundo a imprensa alemã, em 2014 trabalhavam na City of London 358.000 empregados bancários. Com o Brexit 70.000 terão de ser deslocados, dado a Grã-Bretanha passar a não pertencer à UE. Também a instituição de supervisão bancária EBA terá de deixar Londres. Isto porque muitos operadores internacionais têm de operar a partir de um país da UE.

Em Frankfurt, em 2015 trabalhavam 62.500 bancários em 180 Bancos e no BCE. Frankfurt, que tem 40% do tráfego de dados europeus e com o melhor cruzamento aéreo internacional irá ver aumentada, em dezenas de milhares, o número de banqueiros e de
 

Brexit escondido com rabo de fora

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Londres adormeceu tranquila e acordou de ressaca. O Reino Unido, tinha ditado o impensável da noite anterior e os londrinos apressaram-se a condenar o resultado. Nada a fazer; o veredicto estava escrito e publicado.

A partir desta manhã, David Cameron fica na história como o homem que terá destruído duas uniões. A do seu próprio país e a da Europa.

Imediatamente, os discursos políticos fizeram-se sentir em todos os quadrantes enquanto que nas ruas, as relações de vizinhança se foram azedando. 17.410.742 dos britânicos votaram pela
 


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