Palop News, Noticias em Portugues no Reino Unido

  • Aumentar fonte
  • Tamanho normal
  • Diminuir fonte
Home Notícias gerais Notícias gerais
Notícias gerais

"Caso Rufino está parado"

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
" Caso Rufino está parado": acusa defesa de menor morto por militares angolanos
Defesa diz que o acusado está identificado mas solto.
O processo do “caso Rufino”, o menor morto a tiro no Zango, nos arreadores de Luanda, em Angola, por militares da PCU, está parado e o suposto assassino continua solto.

A denúncia é do advogado dos familiares do menor, Luis Nascimento, para quem a Procuradoria Militar e a Polícia Judiciária Militar já deviam ter entregue o acusado ao Serviço de Investigação Criminal (SIC), órgão competente para o efeito.

Rufino, de 14 anos de idade, foi morto a tiro a 5 de Agosto no bairro Walale por militares afectos à PCU comandados pelo general Simão Carlitos Wala, quando, segundo testemunhas, tentava defender a residência dos seus pais, na Zona Económica Especial, que estava a ser demolida.

''Não fomos notificados ainda de qualquer outro acto, este processo tem sido, segundo o juiz-conselheiro do Tribunal militar, acompanhado pela procuradoria imitar e judiciária Militar'', disse à VOA o advogado de defesa Luís Nascimento.

Para aquele defensor o SIC deve solicitar às autoridades militares que entreguem o suspeito.

''Por ser um militar sob direcção do general Wala, toda a gente sabe disso, é conhecido,e pensamos aqueles dois órgãos já deviam ter conhecimento disso'', reiterou Nascimento.

De acordo com relatos de moradores, Rufino foi o segundo caso que acabou em morte fruto de demolições que têm sido levadas a cabo na zona do Zango por militares da PCU.
Artigo e foto: HRW

 

Face of the Globe tem rosto português

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Nélia Martins tem 15 anos, é portuguesa, vive em Londres e vai representar Portugal em França na Final Mundial do Consurso de Beleza "Face of the Globe".
A jovem transmontana natural de Vila Real, é estudante na Escola Secundária e como é próprio da juventude, está ainda a procurar os caminhos do seu futuro embora já com algumas decisões assumidas entre o direito e o teatro.

 “Estudo teatro porque gosto. Penso que mais tarde é uma saída profissional possível mesmo que aponte para o direito como a primeira saída” – diz a jovem portuguesa que ambiciona a Magistratura como principal desempenho profissional.
Desde os 10 anos que pensa no teatro e na magistratura. O teatro é uma maneira de relaxar e uma forma mais divertida de trabalhar enquanto que o Direito, é a porta de entrada para a magistratura onde também se quer afirmar. “Gosto de estar no controlo da situação” – afirma a jovem ao PN.

A Norte de Londres na zona onde vive, Nélia Martins tem participado em debates onde aproveita para desenvolver os seus dotes de oratória, dotes esses que já lhe valeram prémios de classificação nesta actividade.
Para abrir o caminho seja na vida académica ou nas passerelles, Nélia Martins conta em primeiro lugar, com o apoio da família e alguns amigos. “Para a minha família o que importa é que eu esteja feliz” – confessa.

No entanto, entende que estando a representar Portugal e sendo um elemento da Comunidade Portuguesa no Reino Unido, também esta pode ser uma plataforma de apoio para a ajudar a levar a sua candidatura em nome de Portugal tão longe quanto possível.
Entre a representação e a magistratura, a jovem portuguesa refere que não existem incompatibilidades. “Penso que é perfeitamente possível abraçar os dois desempenhos e ser Juíza ao mesmo tempo que me situo no teatro” diz para acrescentar “O maior talento que tenho é mesmo o debate e a representação. Acho que tenho boa memória e memorizo de uma forma muito rápida. Tenho experiências que me dizem que a memória é uma das minhas melhores características” – afirma.

Já as passerelles, são um projecto mais recente. “Foi por ver outros concursos que me lembrei de que também eu me poderia candidatar. No início pensei no assunto como uma experiência e se gostar gosto, se não gostar fico por aqui e concorri a alguns concursos” - revela. Pouco tempo depois a mãe de Nélia Martins começou a receber telefonemas e a jovem portuguesa acabou por concorrer em representação do Norte de Londres. “Não ganhei mas gostei da participação e depois disso voltei a participar e melhorei a minha posição no resultado. Ganhei experiência – revela ao nosso jornal.

Para lá do élan da participação nos desfiles, Nélia Martins destaca a solidariedade como âncora para a sua participação nos concursos. “Há alguma imprensa que olha para os concursos de beleza de forma negativa mas na verdade, o público desconhece o que se passa por detrás de um concurso de beleza. As concorrentes estão obrigadas ao desempenho de acções de solidariedade social” – afirmar para continuar – “Vamos a diferentes eventos na promoção do título mas sobretudo da solidariedade”.

Nélia Martins, assume assim a sua «costela» pela solidariedade para com as causas. “As concorrentes reúnem fundos para diversas causas e tenho uma colega que conseguiu angariar cerca de 30 mil libras para efeitos de solidariedade social. Fazemos muito trabalho fora do palco que seria importante levar ao conhecimento do público”  – lembra a transmontana que vive em Londres.

Para lá dos desfiles e do charme de cada evento, Nélia Martins destaca ainda as experiências vividas nos bastidores e a que o público dificilmente acede. “Antes de subirmos ao palco há muitas coisas envolvidas antes da subida ao palco. Já conheci pessoas fantásticas no ambiente dos concursos e através destes a minha actividade na solidariedade tende a aumentar - afirma.

É já em Março de 2017 que Nélia Martins vai subir à passerelle em Paris na Disneylândia, concorrendo com modelos vindos de todo o Mundo.

“O concurso demora uma semana e nesse período somos analisadas em diversos domínios” – diz a candidata portuguesa que vai concorrer também com as candidatas britânicas.
Antes, Nélia Martins passou pelo concurso Miss Globe International que foi também uma oportunidade de aprender e melhorar a sua performance para Paris em representação de Portugal. “Podia concorrer por Inglaterra mas sinto-me portuguesa e por essa razão decidi candidatar-me por Portugal” – diz Nélia Martins que promove o seu percurso através das redes sociais com especial destaque para o Facebook.

De Paris, Nélia Martins espera trazer um evento que lhe fique na memória e que seja uma referência para a participação portuguesa. “Espero um bom resultado e conhecer pessoas que me sirvam de referência. Faz pouco tempo conheci uma candidata que foi coroada e que esteve num casamento forçado aos 15 anos. Existem muitas histórias inspiradoras” – diz a candidata portuguesa.

Quanto a causas, Nélia Martins planeia intervir na área do bulyng. “Trata-se de uma causa de que também eu fui vítima quando cheguei a Londres. Eu não falava a língua e sofri na primeira pessoa os efeitos de brincadeiras que me deixavam sozinha. Na escola, riam-se de mim e ensinavam-me palavras inglesas que hoje sei serem impróprias. Quero ajudar pessoas que estejam a passar pela mesma situação.

Gostava de visitar escolas primárias e fazer apresentações sobre o assunto mas também gostava de poder intervir junto da minha comunidade até porque me sinto próxima da sensibilidade uma vez que também eu vim de Portugal e entrei na escola sem falar inglês. Estarei por isso em melhor situação para entender os que sofrem esse tipo de atitude e contar como ultrapassei a questão como forma de ajudar outros a fazer o mesmo. Gostava de criar um espaço de apoio à vítima do bullyng” – revela Nélia Martins ao PN.

A candidata, tem já previstas estratégias para poder exercer o seu voluntariado na causa do “bulliyng”. “Vou contactar o Council da minha residência para me inteirar do que posso fazer” - afirma.

Quanto aos concursos de Miss, Nélia Martins dá apenas a certeza do melhor desempenho possível. “Vou pensar até onde posso ir. A universidade pode vir a ser uma interrupção mas sempre a pensar no regresso às lides dos concursos de beleza” afirma.
Para já, Nélia Martins procura o apoio da Comunidade Portuguesa no Reino Unido. “Será muito importante poder contar com os nossos compatriotas” revela a jovem que procura um patrocínio que possa ajudar a custear a sua participação em Paris. “São eventos cuja participação tem alguns custos associados e seria bom encontrar um patrocínio português no Reino Unido. Afinal sou portuguesa e vou representar Portugal, não faz sentido procurar um «sponsor» de outra nacionalidade” – termina Nélia Martins.

O Palop News, deixa aqui os votos dos maiores êxitos a Nélia Martins, uma jovem portuguesa a residir em Londres que antes de ser magistrada ou actriz, procura através das passerelles, chamar a atenção para as crianças migrantes vítimas do «bulliyng» escolar.
PN
 

Desemprego no Reino Unido, cai

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
A Office for National Statistics conhecida por ONS, anunciou esta semana a queda do desemprego para 4,9% entre os meses de Maio e Julho de 2016. É a maior queda que o Reino Unido já viu desde 2005.

Como desempregados, são considerados tanto aqueles que beneficiam de subsídio de desemprego como os que não e que entre os  meses de Maio e Julho deste ano, atingiu o número de  1,63 milhões de pessoas, ou seja, menos 39.000 desempregados do que no trimestre anterior.

Curioso é que dois meses após o Brexit, o número de pessoas que recebe subsídio de desemprego aumentou para 771.000, mais 2.400 do que em Julho, mês em que o salário médio dos trabalhadores aumentou 2,3%  e a taxa de desemprego foi de 74,5%, a mais alta desde 1975.

Segundo a ONS no mês de Julho de 2016, 23,25 milhões de pessoas trabalhavam no Reino Unido a tempo inteiro (mais 434.000 do que no mesmo mês de 2015) e, 8,5 milhões trabalhavam em part-time (mais 126.000 do que em Julho de 2015) o que leva a que Nick Palmer, especialista da ONS, a afirmar de que isto é uma prova de que o mercado de trabalho continua a melhorar, embora a taxa de desemprego seja ainda elevada.

O Brexit continua a representar mudanças na vida das pessoas e na sua vida profissional. No decorrer dos próximos meses e até o artigo 50 ser accionado, mais mudanças poderão acontecer. 

Fiquemos atentos mas, sem qualquer sombra de pânico.
Artigo: PN
 

38 Degree anuncia derrota nas negociações do TTIP

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
A organização britânica 38 Degree anuncia que o Ministro da Economia da Alemanha declarou que o acordo TTIP falhou e que as negociações terão chegado ao fim.

O acordo transatlântico entre a Europa e os Estados Unidos, ameaça profundas alterações na administração das democracias ocidentais, nomeadamente na Europa. Segundo a 38 Degree, foram já vários os políticos que entendem o TTIP como “morto”.

A Organização reuniu centenas de milhares de assinaturas numa petição no Reino Unido contra as negociações do TTIP. 718.363 pessoas assinaram a petição e mais de 50 mil pessoas “entupiram” o website da União Europeia exigindo uma consulta popular sobre as negociações do tratado.

A 38 Degree anunciou ter gasto mais de 275 mil libras em anúncios de jornal e quase 200 mil libras para a impressão de comunicação em papel (panfletos) que foram distribuído pelo público enquanto que conseguiu ainda financiar a mesma campanha noutros países com uma contribuição perto das 100 mil libras.

Ao mesmo tempo e na mesma campanha, cerca de um milhão de e:mail’s foram enviados a diversos políticos, membros de parlamentos e até mesmo ao Presidente da União Europeia.

Nos últimos dois anos, milhares de voluntários estiveram nas ruas de Inglaterra a informar o público sobre estas negociações numa campanha que teve a colaboração de mais de 180 mil intervenientes no exercício da campanha.

Apesar desta derrota do TTIP, a Organização Britânica está agora com as baterias apontadas para um acordo do mesmo género com o Canadá (CETA) e que pode atingir o Reino Unido antes do Brexit.

Recorde-se que o Reino Unido, tem já em curso negociações com a China, o Brasil e os EUA a prever a saída da União Europeia. A 38 Degree refere no seu comunicado que estes acordos podem ser positivos para o Reino Unido se não estiverem feridas das mesmas intenções que estão previstas no TTIP.

O acordo TTIP prevê a privatização de diversos serviços públicos e o uso de tribunais internacionais a funcionar na alçada dos investimentos empresariais e fora do contexto da legislação democrática tal como a Europa os conhece actualmente.
PN

 

Temos de preservar as nossas democracias

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
A democracia deve estar alicerçada nos direitos humanos. Isto é óbvio para muitos mas na Europa vê-se cada vez mais pessoas a sugerirem que a democracia é apenas ganhar eleições e depois fazer o que se julga que os eleitores querem. A democracia, para estas pessoas, torna-se uma espécie de “ditadura da maioria”.

Sim, os Governos devem reflectir as preferências da maioria expressas em eleições periódicas, livres e justas, mas essas preferências devem ser enquadradas pelas garantias dos direitos humanos e pelo Estado de direito. Há algumas coisas que um Governo devia ser impedido de fazer, ainda que a maioria dos seus eleitores o apoiasse, como impor a pena de morte, prender pessoas por causa das suas ideias políticas, limitar a sua liberdade de expressão e de reunião, ou discriminar com base no género, raça, etnia, religião ou orientação sexual.

Compreendendo isto, é claro que vivemos um momento difícil para a democracia – tanto na Europa como nos Estados Unidos. A capacidade de garantir os direitos humanos depende, em último caso, de serem aceites pelos cidadãos. E hoje, há mais pessoas a questionarem os princípios fundamentais dos direitos humanos do que na última geração, ou há mais tempo ainda.

As causas deste aumento da intolerância são fáceis de discernir. Vivem-se tempos de insegurança económica, em que muitas pessoas sentem que estão a ser deixadas para trás. São também tempos de insegurança física, em que quem sai à noite para assistir a um concerto em Paris ou ver o fogo-de-artifício em Nice, ou está à espera de entrar para o avião no aeroporto de Bruxelas é morto por acaso. O nosso é também um tempo de insegurança cultural, em que a chegada de grande número de migrantes provoca um medo de perda de identidade nacional ou europeia.

Em tempos como estes, há uma tendência a retrair-se, a procurar conforto entre os se parecem mais connosco, a fechar a porta aos outros. Esse instinto dá um púlpito às vozes do ódio e da intolerância que ganharam tanta ascendência. Infelizmente, muitos políticos estão ansiosos por explorar estes medos para obter ganhos políticos.

Devido à grandeza do que está em jogo, pensar-se-ia que os líderes políticos mais moderados estariam a soar o alarme, que estariam a clamar contra o discurso dos demagogos, que afirmariam a centralidade dos direitos e dos valores liberais para as nossas democracias.

Mas poucos estão a responder ao desafio. Alguns líderes estão simplesmente a tentar passar despercebidos, esperançosos de que os ventos do ódio passem depressa, que o silêncio possa ganhar o debate. Outros tentam desarmar os demagogos imitando-os, abraçando políticas xenófobas ou palavras codificadas, na esperança ingénua de poderem atrair os apoiantes dos extremistas, embora o que fazem é dar-lhes legitimidade.

Tem havido algumas excepções notáveis. Angela Merkel, Justin Trudeau e Alexis Tsipras falaram de forma positiva sobre os refugiados. Mas há muito poucos líderes políticos a ir contra a corrente, quanto mais a apresentar a democracia liberal de forma positiva.

Mas é preciso fazê-lo. Em causa está não apenas defender um princípio – explicar que a demonização e a intolerância são coisas erradas – mas também dar mostras de pragmatismo – provar que a agenda populista, longe de ser a panaceia que nos anunciam, deixar-nos-á consideravelmente pior.

Por exemplo, é importante explicar que a islamofobia é a última coisa de que precisamos para integrar as comunidades migrantes nos nossos países, combater a radicalização e encorajar a cooperação com a polícia. Na verdade, o Estado Islâmico não poderia recomendar um plano operacional ou de recrutamento mais eficaz do que a islamofobia dos populistas.

E temos também de fazer perguntas difíceis sobre os planos para sacrificar os nossos direitos em nome da luta contra o terrorismo. França precisa mesmo de um estado de emergência renovado continuamente, que tem levado a abusos policiais contra pessoas normais? Ou porque é que estamos tão apaixonados pela vigilância maciça quando vemos que é insuficiente o investimento na vigilância de suspeitos conhecidos? Desbastar os nossos direitos parece ser mais fácil do que coordenar as agências de luta contra o crime ou partilhar informações através das fronteiras nacionais.

Obviamente, não quero dizer que está tudo bem nas nossas democracias. A revolta populista devia alertar-nos para os problemas reais que precisam de ser resolvidos: o mau trabalho que temos feito na integração de muitos imigrantes, a influência política indevida do dinheiro, a injustiça dos nossos sistemas de impostos, a tendência do comércio internacional para dar prioridade aos interesses das grandes empresas, pondo-os à frente dos direitos dos trabalhadores e à protecção do ambiente, a disfuncionalidade e divisão de muitas partes da União Europeia.

Uma resposta eficaz aos populistas tem de lidar com os verdadeiros problemas que suscitam, ainda que rejeitemos a afronta aos nossos valores que eles representam. Devemos ganhar força da generosidade com que tantos europeus comuns trataram os refugiados.

Este não é o momento de enterrarmos a cabeça na areia. A ameaça aos princípios e instituições democráticos não recuará por si própria. Devemos apresentar uma defesa em alta voz desta compreensão robusta da democracia – defender os direitos e valores que tornam as nossas sociedades mais fortes.
Artigo e fotografia: HRW
 

Morte de militar dos comandos - Ministro da Defesa em Londres, pondera intervir

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
O Ministro da defesa Azeredo Lopes que se encontra em Londres a participar na reunião Ministerial de Defesa dedicada às operações de manutenção de paz das Nações Unidas, está atento aos incidentes que levaram à morte de um militar e internamento de outros seis  em Portugal. Casos que afirma estar a acompanhar "com muita preocupação", disse o Ministro à Agência Lusa.

Os factos remontam à primeira semana de Setembro aquando dos treinos da carreira de tiro, um jovem que frequentava o 127º curso de Comandos sentiu-se indisposto. Imediatamente assistido, o médico afirma ter
 

Polícia Britânica muda estratégia em relação à imigração

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Foi a 11 de Agosto de 2016 pelas 14:30 que duas carrinhas da polícia da emigração, o correspondente ao SEF em Portugal, pararam à porta do restaurante Italiano Ottoemezzo e entraram de forma evasiva, segundo testemunhos de pessoas que se encontravam no local e pediram a identificação de todos os trabalhadores deste restaurante sem contudo, terem efectuado qualquer detenção. 

De acordo com os testemunhos de alguns clientes que se encontravam a usufruír da sua refeição, afirmam que pareciam estar a ver uma "cena típica do cinema americano".As instalações, desde
 

As árvores não votam

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Portugal a arder, está a tornar-se um hábito. Saber que mais um bombeiro perdeu a vida, é uma memória que acaba em Setembro, antes do início das primeiras chuvas e dos primeiros dias de frio.

A classe política, a dos afectos e a que habita a Assembleia da República e Ministerial, vem às televisões, aos jornais e rádios, aos pasquins e redes sociais mostrar as lágrimas que não tiveram no verão passado, nem no anterior, nem no anterior a esse. Vejo até muitos leitores a ler esta
 

Moçambique - grupo da oposição ataca hospitais

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
Ataques da RENAMO impedem acesso de milhares a cuidados de saúde

(Joanesburgo, 24 de Agosto de 2016) – Homens armados associados ao principal partido da oposição de Moçambique, a Resistência Nacional Moçambicana (RENAMO), atacaram pelo menos dois hospitais e
 

Casa do Brasil em Londres renova contrato com Governo Britânico

Enviar por E-mail Versão para impressão PDF
A Casa do Brasil em Londres renovou a 11 de Agosto de 2016, o contrato de retorno voluntário com o Home Office, por mais um ano.

Em que consiste este contrato?
Consiste em ajudar os cidadãos Brasileiros que se encontram a viver no Reino Unido em situação irregular por qualquer motivo ( visto de Estudante mas a trabalhar, visto de turista, sem-abrigo, etc.) e que queiram regressar ao Brasil voluntariamente, a fazê-lo com
 


Página 5 de 16

Page Peel Banner

Tradutor

Portuguese English French German Italian Spanish
Faixa publicitária

JoomCategories for JoomGallery