Palop News, Noticias em Portugues no Reino Unido

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Portugueses em Lambeth cumprem sonho antigo

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Um grupo de voluntários, em coordenação com a Portuguese Outreach Officer dos Amigos da Biblioteca Tate South Lambeth, está a organizar o 1º Portuguese Street Market de Londres e do Reino Unido.

O evento decorre próximo dia 11 de Junho, e pretende associar-se às celebrações do Dia de Portugal.

Pela primeira vez em Little Portugal e desde que há memória da presença de Portugueses nesta zona - há mais de 30 anos. Será uma festa totalmente gratuita, feita por voluntários para a Comunidade.
 
O objectivo é que a realização mensal do Portuguese Street Market permita, num futuro próximo, tornar Little Portugal um local de referência em Londres, no local de encontro da nossa
 

Por Terras de Sua Majestade - O Livro de Gilberto Ferraz

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Gilberto Ferraz a residir em Londres há 50 anos, é jornalista, entrevistou alguns dos mais famosos rostos do Mundo, e nunca aceitou trocar de nacionalidade. Ao longo de 30 anos, trabalhou na gigante BBC onde foi Presidente do Sindicato dos Jornalistas.

Hoje falamos de um livro que não sabemos quanto tempo demorou a escrever mas que sabemos ter demorado 50 anos a viver. "Foi um projecto não da minha própria iniciativa. Devo o encorajamento para o escrever, a um colega, Director do Jornal de Notícias - Fernando Martins - que
 

Quando cheguei tarde ao Dia da Língua e Cultura Portuguesa

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Olho para o relógio, 14:32, é tarde, é tarde. Ora… cartão, câmara, caderno, carteira, caraças! Saio de casa a correr para o metro, está calor. Está muito calor na plataforma, entro para a carruagem e, sim, faz ainda mais calor. Um mar de gente num domingo de sol, ele é famílias, ele é casais, ele é turistas. Tudo ao molhe! “Cámones” e mais “cámones”, turistas e mais turistas. 

Saco do caderno para escrever uns apontamentos, ponho para lá uns tópicos para que não me esqueça de os apontar mais tarde, nestas coisas ganho sempre amnésia na hora h… Ora bolas! Esqueci-me de perguntar x e y! Ou, Quem me dera ter apontado isto e aquilo! “The next station is Holborn, alight here for the Piccadilly line.”

Levanto-me, dirijo-me para a porta da carruagem, a porta abre, boto o pé na plataforma. “Please mind the gap between the train and the platform.” Não há tempo senhora! Para a esquerda, para a direita, onde está a placa? Para cima, para baixo? Está ali! sigo para a Piccadilly Line. Desta vez vou em pé, não faz mal eu também não me importo. Encosta ao vidro, encosta à porta, encosta ao ferrinho vermelho. Tudo é um
 

Portugal parece investir mais energia na Ideologia do que na Economia

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No rescaldo da luta cultural entre Conservadores liberais e Socialistas radicais
Em discussão sobre o ensino, Francisco Seixas da Costa defende que “ o ensino público obrigatório seja laico e naturalmente, gratuito” e faz a confissão de que “Entregar crianças que, por lei, deveriam ter um ensino laico a escolas que observam rituais religiosos (católicos ou outros) configura um grave infringimento de uma importante liberdade constitucional, um dos fundamentos basilares da ética republicana”. O senhor Embaixador certamente já se deu
 

Não há outro nome - É Tortura

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Nos Estados Unidos e no Brasil, a novilíngua em favor dos maus-tratos
Nesses últimos meses de prévias eleitorais nos Estados Unidos, vários candidatos à presidência se pronunciaram com tom de aprovação a respeito das chamadas “técnicas avançadas de interrogatório.” Eles se referem ao programa conduzido pela Agência Central de Inteligência (CIA) que submeteu indivíduos detidos pelos Estados Unidos, após os ataques de 11 de setembro, a tratamentos que podem constituir tortura.

Entre outras práticas, agentes públicos obrigaram indivíduos a permanecerem em dolorosas posições por dias, sem dormir, derramaram água em seus narizes e bocas até quase asfixiá-los e os acorrentaram ao teto de suas celas.

O Brasil tem também seus próprios problemas com a tortura. Apesar dos muitos avanços legais e institucionais dos últimos anos, a homenagem prestada pelo deputado Jair Bolsonaro na votação do impeachment a notório torturador da ditadura não deixa dúvidas que a sociedade deve estar alerta às tentativas de justificar o injustificável.

Atualmente, os abusos cometidos contra indivíduos sob custódia do Estado continuam a ser um dos problemas mais preocupantes de direitos humanos no país. Em 2014, a Human Rights Watch documentou 64 casos de tortura e tratamento cruel, desumano ou degradante cometidos pelas forças de segurança ou agentes penitenciários. No ano passado, 2.700 presos disseram em audiências terem sofrido maus-tratos ou tortura por parte da polícia, segundo o Conselho Nacional de Justiça. Além disso, uma pesquisa de 2014 mostrou que cerca de um quinto dos brasileiros ainda apoia o uso da tortura se esta for a única forma de obter provas ou punir criminosos.

À parte da execrável manifestação de Bolsonaro, os políticos no Brasil não endossam o uso da tortura abertamente. O que é particularmente preocupante nos Estados Unidos é que, lá, alguns políticos o fazem. Os fortes aplausos recebidos por candidatos quando expressam seu apoio à tortura são vergonhosos.
Donald Trump chegou a publicar nota na qual não apenas endossa as “técnicas avançadas de interrogatório”, mas acrescenta que “nenhuma prática deve ser descartada quando vidas americanas estão em jogo.” Em seguida, ele reconheceu que a utilização de pelos menos algumas dessas técnicas seria ilegal, mas disse que trabalharia para mudar a lei.

A CIA tem parte da culpa pela retórica utilizada por esses candidatos. Um contundente relatório do Comitê de Inteligência do Senado dos EUA concluiu, mais de um ano atrás, que o uso das “técnicas avançadas de interrogatório” não foi eficaz na obtenção de informações úteis de inteligência. Em resposta, a CIA admitiu que erros foram cometidos. No entanto, a Agência refutou com veemência a conclusão do relatório e continua a insistir que as técnicas, tendo sido autorizadas de maneira apropriada ou não, foram úteis.

O presidente Barack Obama também merece parcela da culpa. Apesar de ter encerrado o programa de “técnicas avançadas de interrogatório”, sua administração se recusou a processar criminalmente quaisquer responsáveis por autorizá-lo ou executá-lo, ou mesmo agir contra aqueles cuja conduta ultrapassou os limites do que havia sido autorizado. Os dois pré-candidatos que ainda disputam as primárias do partido Democrata, Hillary Clinton and Bernie Sanders, condenaram a tortura em termos gerais, mas nenhum deles declarou que promoveria a responsabilização dos envolvidos no programa.

Em sua maioria esmagadora, especialistas concordam que a tortura produz informações pouco confiáveis e compromete tentativas deobter a cooperação de detidos. Essa não é e não deve ser, porém, a única razão pela qual governos devem rejeitar a tortura. É absolutamente cruel e desumano cometer abusos contra alguém que esteja sob custódia do Estado. Esse é o motivo pelo qual as convenções internacionais a proíbem, assim como o fazem as leis domésticas de muitos países, incluindo dos Estados Unidos e do Brasil.

A tortura tem destruído as vidas de presos submetidos a ela, e causado enormes danos à reputação de países. Nos EUA, o uso das “técnicas avançadas de interrogatório” e o fracasso do governo em rejeitá-las totalmente até agora tornaram muito mais difícil ao país se posicionar contra práticas abusivas de detenção e outras violações de direitos em todo o mundo.

A administração Obama ainda pode demonstrar de forma clara a posição dos EUA sobre a ilegalidade das “técnicas avançadas de interrogatório”. A maneira mais eficaz de fazê-lo é promovendo a responsabilização criminal dos envolvidos na tortura.

O mesmo é válido para o Brasil. Enquanto reinar a impunidade, a tortura persistirá.
 
Uma versão impressa deste artigo foi publicada na revista semanal Carta Capital.
Artigo e Foto: HRW
 

Joana Ly Martin André

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A menos de meio gás a igreja olhava para um piano vazio ante o altar e o piano vazio olhava um set de microfones que havia de captar o concerto. Este olhar é meramente figurativo, visto que nem a igreja nem o piano têm olhos e a plateia é que
 

Yuri da Cunha de volta a Londres

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Yuri da Cunha, um pilar da música Angolana, está de volta ao 02 Arena em Londres, onde vai realizar um grande Show no dia 29 de Maio de 2016. 

YURI DA CUNHA com o lançamento do seu novo álbum de originais composto por 15 temas. O Intérprete, título do álbum que dá nome a este espectáculo, foi gravado entre Paris, Lisboa e Los Angeles e conta com participações muito especiais como Alexandre Pires, Ary, C4 Pedro, Nelson Freitas e Suzanna Lubrano.

Yuri Da Cunha iniciou a sua carreira há 21 anos ao vencer um concurso de rua na sua cidade natal do Sumbe, no Kwanza Sul. O estilo de música individual de Yuri da Cunha está enraizado nos ritmos de Angola, como o Semba, Kazukuta e Kizomba, incluindo também ritmos e instrumentos internacionais.

Em 2011, e 2016 Yuri da Cunha representou Angola no Rio de Janeiro e na Baía no Carnaval. Alexandre Pires, uma das maiores lendas do Brasil convidou Yuri da Cunha para uma tournée pela Europa.

O mais recente sucesso de Yuri da Cunha foi lançado em 2014. A música "Atchu tchu tcha", uma canção estilo kuduro com mais de 17 milhões de visualizações no YouTube, tornou-se a canção do ano na África do Sul e Angola. Este single foi o único que o colocou no mapa internacional e houve pessoas de todo o mundo a falar sobre Yuri Da Cunha de Angola.

Em Junho 2014 Yuri da Cunha tornou-se o primeiro cantor angolano a ganhar o melhor dueto africano nos prémios da MTV com o seu single "ATchu Tchu tcha." 
Para o concerto de Londres, Yuri da Cunha tem ainda como convidados Paulo Flores (Angola), Manecas Costa (Guiné) e Nandinho Semedo (Angola.
Ingressos no Cantinho de Portugal Restaurant (Stockwell), Oceano Restaurante (Leyton) ou no News Point do Westfield (Strafford).

Ingressos à venda online aqui
O Palop News tem ingressos para sortear na su página do facebook. Esteja atento.
Palop News
 

Situação de bebé retirado aos pais - Adiada

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A 20 de Maio de 2016, o casal luso-britânico viu a decisão sobre o o futuro do seu filho Santiago de 3 meses ser adiada, até que a situação seja avaliada pelos Serviços Sociais Portugueses, a pedido do Consulado Geral de Londres. A audiência decorreu à porta fechada do tribunal de Portsmouth, zona onde residem os pais do bebé.

Os pais de Santiago encontram-se neste momento, em Portugal, onde abordaram na rua, o Presidente da República Portuguesa Marcelo 
Rebelo de Sousa, o Primeiro Ministro António Costa e Augusto Santos Silva, Ministro dos Negócios estrangeiros.
Foram recebidos em audiência pelos deputados eleitos pela emigração Carlos Gonçaves do PSD e Paulo Pisco do PS bem como a deputada Domicíla Costa do BE.

O menor nasceu em casa a 01 de Fevereiro de 2016 e ao fim de 9 dias foi retirado aos pais. Conforme noticiado em diversos canais de televisão Portugueses e segundo afirmações dos
 

Comunidade Portuguesa no Reino Unido, preocupada

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O Consulado Geral de Portugal em Londres em conjunto com a Embaixada de Portugal, convocaram uma sessão de esclarecimento sobre problemas sociais que a comunidade Portuguesa enfrenta no Reino Unido. O evento, que se realizou ao final da tarde do dia 19 de Maio de 2016 na embaixada de Portugal, contou com a presença do Adido Social José Galaz, a advogada Vitória Nabas e vários dirigentes associativos, entre outros líderes comunitários.

Apesar da importância do evento, este foi fechado à comunicação social Portuguesa no Reino Unido.
Os assuntos abordados
 

Se voltarem, vamos matar-vos

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Desde 2003, as autoridades angolanas têm vindo a envidar esforços constantes para expulsarem os imigrantes, a maioria dos quais é oriunda da República Democrática do Congo (RDC), sob o pretexto de protegerem a segurança nacional de uma “invasão silenciosa”. 

O âmbito das expulsões anuais de dezenas de milhares de migrantes foi gradualmente alargado, das áreas ricas em diamantes do leste de Angola às áreas fronteiriças no norte, tais como a província do
 


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