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Londres. Comprar casa é mais barato

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Muitos imigrantes a viver em Londres, podem estar em condições de receber 100 mil libras do Governo Britânico para compra de habitação própria.
Para quem está imigrado, principalmente para os imigrantes mais recentes no Reino Unido, comprar casa pode parecer um exercício complicado. Tudo muda porém, quando se tem acesso à informação.
Uma das formas de se adquirir uma propriedade no Reino Unido, passa pelo mercado aberto visitando agências imobiliárias e negociando directamente com os bancos. Existem porém outras formas de se comprar uma propriedade e Londres, oferece condições especiais a muitos dos seus habitantes.
Para a aquisição no mercado aberto, é normal que os bancos exijam apenas uma fração entre 5 a 10% do valor real para aprovação do empréstimo. "Na prática, 50 mil libras são suficientes para negociar na banca a aquisição de um imóvel no valor de meio milhão de libras" - diz Pedro Xavier, gestor da PLS com escritório em Lambeth.
Os custos legais da transação, são outra das despesas a considerar. "Advogado para as escrituras legais e o respetivo imposto na Fazenda Pública, são despesas que temos que considerar" - afirma o nosso entrevistado que revela que o imposto atinge
1% para propriedades de valor superior a 449.999 libras.
Num mercado como Londres que tem imóveis a 250 mil no mercado aberto, as propostas podem ser tentadoras desde que a compra não seja na zona mais caras do centro da cidade, onde os valores passam do meio milhão de libras aos vários milhões.
Para negociar com a banca, é sempre necessário provar as disponibilidades e provar a capacidade de cumprir a taxa de esforço que o negócio pode exigir, ao comprado no período de vida do financiamento. Estas questões, dependem sempre de banco para banco embora o lote de exigências seja aproximado entre eles.
Para quem sonha comprar casa em Londres e não tem disponibilidade para negociar no mercado aberto, existem outras opções.
"Se não tiver capacidade para negociar no mercado aberto para comprar a habitação, pode sempre recorrer a um de dois sistemas existentes.
Ao negociar o «Shared Ownership», é importane também a questão do agregado familiar. "Uma pessoa sózinha perde prioridade para um casal com um filho sem variação de valores do imóvel" revela Pedro Xavier.
"Para uma situação ordinária, o primeiro passo é a inscrição para uma casa social geralmente classificada como Casa do Council (Município), sendo-lhe atribuído um numero de referência. Na posse desse numero, fica aberta a oportunidade de aquisição no sistema «Shared Ownership». Na prática, a inscrição é para uma candidatura a uma casa do Council (Council Flat) mas ao mesmo tempo, cumpre-se aqui o primeiro requisito para a aquisição do Shared Ownersaship. Significa isto que o comprador pode adquirir entre 25% e 75% do imóvel, pagando uma renda mensal do remanescente" - revela Pedro Xavier ao nosso jornal.
Impedido de comprar 100% do imóvel na primeira abordagem o comprador, "pode, ao fim de um ano a partir da data da escritura, candidatar-se a adquirir o remanescente até aos 100% do imóvel. Enquanto isso não se verifica, o comprador que comprou apenas uma parcela do imóvel, fica obrigado ao pagamento de uma renda do valor acima do valor adquirido" - informa.
Este modelo de "Shared Ownership", foi uma ferramenta criada pelo Governo de Inglaterra na era pós-Thatcher no período de Governação do "Labour Party" nas legislaturas de Tony Blair e John Major e que se mantém em prática até hoje com a coligação LibDem. Na generalidade dos casos, os imóveis são novos e na maioria dos casos, existe ainda a obrigatoriedade de os contratos de construção reservarem um lote de apartamentos destinados a este tipo de colocação no mercado. "Em Battersea, onde está prevista a instalação da nova Embaixada dos Estados Unidos da América, existe um complexo em fase de arranque de construção que reserva um lote de apartamentos destinado ao sistema de «Shared Ownership» e o mesmo está a acontecer em vários pontos de Londres" - revela Pedro Xavier.
Pelo que foi possível apurar, a partir do momento da iscrição, torna-se necessário fazer a aplicação através de uma "Housing Association"que disponibiliza uma lista de imóveis à venda. Este ato, implica porém um custo entre as 100 e as 200 libras para avaliação da candidatura que serão devolvidas caso esta venha a ser recusada. No caso de a candidatura ser aprovada, então, o candidato é chamado para formalizar a sua candidatura. É a partir daqui que o candidato tem que demonstrar ter um financiamento por uma instituição financeira. "Práticamente todos os bancos financiam este género de operação" - refere o nosso entrevistado.
Neste momento, existe uma forte campanha de comunicação do banco HSBC que oferece 100% do financiamento necessário destinado ao "Shared Ownership" e que visa ajudar os potenciais compradores a entrar no mercado das transações imobiliárias. Alguns bancos, chegam mesmo a incluir no financiamento os custos legais e fiscais no empréstimo, bastando para tanto que o comprador negoceie essa parcela no financiamento. Para proteção do comprador, os bancos estão ainda sujeitos ás regras emitidas pela respetiva comissão reguladora, estando impedidos de fazer publicidade enganosa e obrigados a apertadas regras de transparência.
"Ao falar com o banco, é importante que o cliente saiba quais os produtos que este oferece para este género de transação e ter alguma capacidade para discutir as vantagens ou desvantagens de cada caso para optar por juros fixos ou variáveis, prazo e forma de pagamento do capital ou dos juros (interest only).
"Os prazos normais de amortização do investimento, andam na ordem dos 25 anos em função da idade do comprador e das suas capacidades de liquidação podendo no entanto, descer para 15 anos ou menos, dependendo da capacidade de amortização" - refere Pedro Xavier. Por outro lado, é igualmente importante que quem está a mediar o processo seja responsabilizado no sentido de encontrar as melhores soluções para o cliente.
Para o Shared Ownership dependendo do imóvel, pode-se considerar que 250 mil libras sejam suficientes para comprar um apartamento com 2 quartos com 125 anos de lease. O comprador porém, precisa apenas de 10 mil para poder ambicionar o negócio.
Note-se porém que no «Shared Ownership», o comprador de uma fração entre 25% e 75% do valor do imóvel, pagará uma renda social pela utilização do restante valor desse imóvel. "Esta renda é calculada sobre o valor de mercado de arrendamento. No entanto, após um ano de habitação, o morador/comprador pode exercer o direito de aquisição da totalidade do imóvel" diz Xavier.
CASA DO COUNCIL
Para quem já vive na casa do Council por mais de três anos, a questão pode ser bem mais simples.
"Esta segunda opção é um caso diferente. Tendo as rendas em dia sem atrasos e estando a residir por mais de 3 anos no imóvel do Council, o cliente pode candidatar-se ao direito de aquisição (Right to buy) e é aqui que aparece uma grande oportunidade. O Governo Britânico oferece um desconto de 100 mil libras para a aquisição do imóvel como incentivo ao negócio" - refere.
"Para exemplo, falamos de um apartamento com dois quartos em Stockwell (Sul de Londres - zona 2) com o valor de 175 mil libras, que com o desconto que a Administração Central a cobrir 100 mil libras, significa que o imóvel fica apenas por 75 mil" ilustra.
Para a aquisição, bastará assim ser portador da garantia real de 5 a 10% do valor mais baixo. "Com 3750 libras no bolso e a viver numa casa do Council, qualquer pessoa pode ambicionar adquirir uma casa em Londres no valor de 175 mil libras, e Londres, nos seus extremos fora da zona central têm ofertas para esta oportunidade.
"Há inclusivé bancos que aceitam a oferta que o Governo Central faz ao comprador como garantia de financiamento que na prática, leva ao financiamento de 100% das 75 mil libras remanescentes. Para este caso, é obrigatório ser «tenent» (inquilino) do próprio Council.
"Foi assim que comprei o meu apartamento há nove anos atrás com um incentivo no valor de 38 mil libras" - diz António, um madeirense a viver em Londres há nove anos.
Existem ainda outros predicados que podem ser observados. "Este direito, é ainda extensível aos ocupantes autorizados que geralmente são filhos do casal e que apenas precisam da autorização do titular do arrendamento para efetuar o negócio" - diz Pedro Xavier.
Este esquema, pode parecer uma forma de o Governo Britânico se libertar dos imóveis mas contribui também para o equilíbrio das contas públicas já que se considera que muitas das casas do Council têm rendas mensais próximo das 125 libras.
A considerar porém, que a compra de casa neste sistema nunca inclui o "freehold" (terreno próprio) do imóvel que só poderá acontecer em casos especiais, desde que se trate de uma vivenda (moradia) estando assim interdito aos apartamentos que têm o "lease hold" (terreno arrendado) geralmente estendido entre os 99 e os 125 anos.
"No entanto, nas casas do Council que incluem o freehold, os valores sofrem alterações uma vez que neste caso, também o terreno é vendido juntamente com a propriedade construida. A variação, depende sempre da localização" diz Xavier. Este género de negócio em que o terreno não é incluido na aquisição do imóvel, é uma prática britânica que em Portugal não se pratica, a não ser em construções executadas por cooperativas que, geralmente, recorrem aos terrenos municipais através do Direito de Usufruto da terra.
A curiosidade, embora raramente aconteça, é que um proprietário de um imóvel em regime de "leasehold", pode um dia confrontar-se com a situação de não poder aceder ao imóvel enquanto não for negociada a utilização do terreno. "Na prática não acontece, até porque existe regulamentação apropriada e tribunais para dirimir esses casos" - diz Pedro Xavier.
De resto, o comprador, quando adquire o imóvel, tem conhecimento dos prazos de utilização do "leasehold".
"Recentemente, um cliente nosso negociou um apartamento em condições especiais pelo facto de o "lease" do terreno ter apenas 83 anos, ao contrário dos 125 que seriam de esperar" - revela o nosso entrevistado. "Este cliente, concordou com o proprietário do terreno em pagar mais 17 anos do "lease" ficando assim com os 99 anos pretendidos em lugar dos 83 iniciais" - conclui.
Para a contratação do leasehold, o máximo pode atingir os 999 anos que é o que acontece com alguns edifícios nomeadamente, os de ocupação diplomática.
Já na negociação com o banco, pode-se incluir a amortização antecipada ou a aquisição do alongamento do "lease" do terreno onde a propriedade se encontra.
Fora de controlo e por obrigação Legal, fica o pagamento das taxas de condomíno. "O preço é elevado e quando chega a altura de proceder a obras, os valores são aprovados como em qualquer outro regime e a única vantagem, consiste na facilidade de garantia de financiamento, caso o proprietário não tenha capital suficiente para cumprir com a sua parte" - diz António.
Nas contas, verifica-se que para comprar em mercado aberto, o capital próprio mínimo para aquisição de um imóvel, ascende a cerca de 50 mil libras, enquanto que no regime de compra da casa do Council, bastam 7.5% deste valor.
Quanto aos valores dos imóveis, tudo é relativo a cada negócio.
Sobre a justiça que distingue os sistemas, Pedro Xavier é peremptório. "A pessoa que está a viver numa casa do Council, quando recebeu esse direito, estaria em dificuldades mas, nada impede que mais tarde a vida lhe tenha corrido melhor. Não é por isso que tem que entregar a casa de volta podendo neste caso ser candiato à aquisição".
Existe entretanto uma fronteira entre o morador da Casa do Council e quem tem o "Housing Benefit". A regulamentação que define o direito a habitar uma casa do Council, é diferente da que decide a atribuição do Housing Benefit" (Subsídio habitacional) - diz Pedro Xavier.
"Quando é atribuida uma casa do Council, a prova consite em demonstrar que o cidadão não tem rendimento para alugar no privado. O Housing Benefit por outro lado, define quem conseguiu alugar casa no sistema privado e por qualquer razão deixou de conseguir pagar a renda. São dois sistemas legais diferentes" - informa para acrescentar "Quando a situação de um caso ou outro se inverte, o morador na casa do Council mantém o direito de residência enquanto que no Housing Benefit, a inversão determina a perda do benefício" - afirma.
De volta ao inquilino do Council, Xavier informa que o "candidato que não tenha dinheiro para desembolsar o valor inicial, pode no entanto recorrer a empréstimo pessoal, desde que justifique a proveniência que pode também ter origem num empréstimo pessoal de familiares ou amigos. Tem no entanto que provar a proveniência do valor" - explica.
Para quem adquire a casa do Council através de um financiamento de 75 mil libras, a prestação poderá andar na ordem das 400 a 600 libras, dependendo do negócio efetuado com o banco, e das condições em que o negócio tenha sido feito e isto para um limite de 25 anos.
Para o primeiro passo para quem está na casa do Council e pretende comprar a habitação, a necessidade de falar com o escritório local que lida com os problemas referentes aos edifícios como, a canalização, ou as rendas em atraso, chamado Neighbourhood Office (Instituto de Vizinhança). Aqui, deve levantar o impresso de candidatura ao "Rigth to Buy" que deve ser devolvido preenchido. Alguns dias depois, tem lugar a visita do avaliador que define o valor do imóvel. No caso de imóveis avaliados por exemplo em 125 mil libras, ao comprador cabe pagar a diferença, neste caso, de apenas 25 mil libras" - confere.
Se o comprador tiver o capital próprio, avança no negócio, caso contrário, pode contrair o empréstimo junto do banco. "Este financiamento a fundo perdido que é hoje de 100 mil libras, já foi de 16 mil e de 38 mil libras e até de 75 mil mas, com a atualização da nova política governamental, o valor passou a ser de 100 mil libras e este valor pode subir ou descer já em Abril próximo, dependendo das decisões políticas do Governo. Este é o momento ideal para ganhar na compra as 100 mil libras que o Governo oferece" - diz Pedro Xavier.
"No caso do empréstimo ter origem fora do território da Grã Bretanha, é obrigatóra a apresentação de documentos da transferência e se possível uma declaração "Título de Dívida" entre devedor e financiador" diz para continuar: "Ao contrair o crédito, o comprador tem que justificar onde conseguiu o valor de sua responsabilidade".
Outra das informações que convém ter em conta, são as prioridades atribuídas aos "Keyworkers" que têm também prioridade. Entendem-se por "Keyworkers" as pessoas cujo desempenho profissional se desenvolve nas áreas da polícia, enfermagem, bombeiros entre outros exemplos de serviços de emergência, onde se poderão incluir médicos mas ficam de fora engenheiros ou advogados, entre outros exemplos.
Para quem está a beneficiar do "Housing Benefit", não existe nenhuma destas possibilidades.
As pessoas que estão no "Housing Benefit" podem também ambicionar o negócio mas tem condicionantes. "Se a pessoa está a receber apoio para pagar a renda de casa, é porque não tem dinheiro e muito dificilmente poderá provar que tem dinheiro para negociar o imóvel e ao mesmo tempo provar que precisa do apoio para pagar a renda" - ironiza Pedro Xavier. "Se não pode pagar uma renda, como pode pagar um empréstimo?" - pergunta.
Ao contrário, note-se que quem está numa casa do Council tem a oferta das 100 mil libras que não acontece a quem está no regime de Housing Benefit que não tem acesso a estes mecanismos. "Quem tiver economias, não pode receber Housing Benefit, pode no entanto estar a viver numa casa do Council desde que atribuida legitimamente" - refere ao nosso jornal.
"Já ao ter o Housing Benefit, é um apoio ao pagamento da renda. Quem não pode pagar a renda, não pode ambicionar a poder garantir ao banco, o pagamento das prestações do empréstimo e isto dita as regras".
O Estado está a libertar-se de uma despesa mas também está a ajudar as famílias a entrar no mercado da imobiliária, criando responsabilidades a quem compra. "É bom para todas as partes. O Estado está a vender, o banco está a colocar crédito no mercado e o comprador está a valorizar o seu investimento. O único senão é que o imóvel não pode ser vendido ou alugado por um período de três anos. Findo este prazo, pode ser vendido ou alugado aos preços normais de mercado".
Para os leitores interessados em saber mais basta contatar a PLS ou solicitar informação aqui.

Glossário
"Shared Ownership" - Compra parcial ou partilhada
"Housing Benefit" - Subsídio atribuído para o pagamento da renda de casa em caso de dificuldades.
"Keyworkers" - Trabalhador chave geralmente para profissões associadas ao serviço público de emergência
"Rigth to buy" - Direito de compra
"Council Flat" - Apartamento propriedade do município
"Labour Party" - Partido Trabalhista
"Housing Association" - Associação comparável a cooperativa de habitação
"Freehold" - Terreno livre de ónus.
PN

 

Comentários  

 
0 #22 Pedro Vitor 07-09-2017 13:08
|Olá !! Ainda que não seja relacionado ao texto,
mas sim do template , desejo registrar que seu visual é ótimo
. Adorei navegar nele . Tem muito blog por aí que
apesar de ter ótimos artigos é tão complicado de navegar,
que desistimos . Sucesso !
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0 #21 Joao 28-04-2017 08:58
Ola bom dia.

Gostaria de obter a sua ajuda para saber se eu e a minha família se enquadra na situação da compra de casa Para o Shared Ownership para o caso do freehold.
Vivo há mais de 4 anos em Londres, lambeth entre Stockwell e Vauxhall.
Se for possível tratar de todo o processo, e quanto custa os seus serviços.

Grato pela atenção dispensada

Joao
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+1 #20 eliane gavazzi 06-02-2017 17:41
Bom dia Sr. Pedro
Minha filha, e seus dois filhos estao morando em Londres a pouc tempo e temos 80 mil libras pra comprar uma casa. Como devemos proceder para adquiri uma casa no concil.
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0 #19 Abilio Costa 27-01-2017 22:37
Boas Pedro, Gostaria de comprar casa em Watford, mas preciso de sua ajuda. Obrigado
Dê-me seu contacto
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0 #18 Claudyhara Bartels 23-11-2016 11:05
Bom dia
Estou interessada na compra de um imóvel em Hayards H.
Encontrei o imóvel, mas tenho muitas dúvidas.
Preciso de uma assessoria.
aguardo retorno.
Obrigada.
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-2 #17 Teodoro 08-08-2016 08:13
Uma vergonha esse pessoal que vive de beneficio pra sempre. Um absurdo o governo oferecer moradia pra vagabundo, e ainda desconto pra comprar a casa. Da vergonha, e tristeza. Infelizmente o governo ainda abre as pernas demais.
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+1 #16 Joao Alves 31-07-2016 19:39
Ola Pedro Moro em londres a 8 anos sempre na mesma Casa Casa essa de imobiliaria tambem trabalho Eu e minha esposa
Na mesma empressa a 7 anos onde somos Supervisores
Minha esposa neste momento esta gravida gostaria Por favor marcar uma hora com vc para poder aplicar para uma Casa do council com a finalidade de compra . Desde ja agradeco
E aguardo seu contacto.
Obrigado
Joao Alves
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0 #15 Neiva 15-05-2016 10:36
Gistaria de ajyda para conseguir uma casa do concuil eu e meu marido temos mais de 50snos e ja fiz aplucaçao mais responderam que nao temos prioridade. Teria algum jeito para conseguir. Obrigado
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+1 #14 valdenir 05-02-2016 21:43
Boa noite, eu gostaria de saber como e onde encontrar uma casa do council em cidades como Bournemouth?
Minha esposa é cidada italiana e reside com nossa filha de 3 anos em flat de aluguel! gostaria de saber quais sao os requesitos para ela poder entrar numa casa do Council e depois de quanto tempo podemos comprar?
obrigado
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0 #13 Adriano 25-11-2015 03:55
Olá Pedro
Gostaria que entrasse em contato. Obdigado
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